Entenda de antemão uma coisa: o político, por mais honesto que seja, faz parte de uma quadrilha bem organizada (o #Estado!), criada há milhares de anos, que se sustenta por meio da espoliação do povo, pois é este o real gerador de riqueza para uma sociedade.

O problema, no entanto, é que os políticos começaram a institucionalizar uma parcela desse povo: os conhecidos concursados públicos, que, muitas vezes, sem opção de trabalho, coisa criada pelo próprio estado, não veem outra solução a não ser enfrentar essa gigantesca concorrência nas provas.

Dependendo do cargo, o concursado torna-se quase um deus para alguns da população.

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Também é oportuno entender que político nenhum cria emprego por meio de suas políticas estatais. Concurso público não gera valor para ninguém. A população não ganha nada por meio dos concursados. Não há uma troca voluntária. O que há é um serviço que o estado tenta controlar a população em prol de si mesmo.

A visão dos libertários

Por outro lado, muitos anarcocapitalistas (os quem consideram o capitalismo de livre mercado como sistema econômico mais viável e querem a extinção do estado em sua totalidade) são indiferentes e condenam veementemente os concursados.

Mas é algo para parar e se pensar.

Primeiro: muitos deles não conhecem a Escola Austríaca de Economia.

Segundo: por uma ilusão criada pelos donos de cursinho e escritores de livros ensinando como passar em concursos, afirmando que ali há uma fonte inesgotável e certa, que aconteça o que acontecer seu dinheiro sempre cairá na conta naquele dia determinado pela sua instituição pública.

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Não é bem assim que funciona. Se você, que está do outro lado da tela, é um concursado e acha que trabalha para o povo, sinto muito em informá-lo, mas é outra falácia que o fizeram acreditar. O concursado não trabalha e não gera valor para ninguém, a não ser para uma instituição que espolia o dinheiro de pessoas há milhares de anos.

A explicação óbvia para isso é um cargo policial, por exemplo, que muitos dizem trabalhar para população.

Isso é a maior mentira já inventada.

Faça você mesmo um choque de realidade. Suponhamos que determinada situação aconteça: o prefeito da sua cidade está com som alto depois das 22h e você quer que algum policial vá lá e o mande baixar o som. Tenho certeza que é mais fácil você ser repreendido com “é o prefeito da cidade, cidadão” do que de fato o ato se consumar.

Pensando do lado oposto, qualquer cidadão que queira questionar contra o prefeito ligando para a polícia é o mesmo que vai questionar as atrocidades de Timochenko (líder das Farc), ligando para o exército das Farc.

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Veja que há incompatibilidade lógica nessa situação. E é assim que sempre vai acontecer nas relações entre o estado e seus subordinados.

Conclusão

Portanto, entenda logo de uma vez que concursado não trabalha para a população, mas sim para o estado (o maior corsário do cidadão trabalhador). Assim sendo, o estado não passa de uma empresa ilegal, que há milhares de anos foi legalizada, e que se sustenta pelo dinheiro roubado de todos aqueles que geram valor para a sociedade, o povo. #roubo