Às vésperas do tão esperado julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em relação às contas de campanha da ex-presidente Dilma Rousseff, afastada definitivamente devido a um processo de impeachment, a atual crise política que envolve o presidente da República e então vice de Dilma, #Michel Temer, ao ser envolvido diretamente no escândalo de corrupção pelo empresário Joesley Batista, a partir da divulgação de um acordo de colaboração premiada do empresário, que representa uma das maiores companhias do setor alimentício de carnes no mundo, podem apontar para uma decisão favorável ao atual mandatário do país.

Rumores sobre possível decisão do TSE

Restando poucos dias para o tão esperado 06 de junho, novos rumores apontam para uma decisão a ser deflagrada no Tribunal Superior Eleitoral (#TSE), que é presidido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

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Uma das principais hipóteses a serem consideradas pelos juízes do Tribunal, se refere à exclusão de dados do processo que envolve a chapa "Dilma-Temer". Uma das principais probabilidades é que sejam retiradas do processo da chapa presidencial vencedora em 2014, todas as informações relativas às doações ilícitas da empreiteira Odebrecht.

Se por ventura, esse tipo de "manobra" acontecer no TSE, estaria sendo descartada toda a investigação desempenhada pela corregedoria do Tribunal, oque poderia inviabilizar, ou pelo menos, enfraquecer a acusação do processo.

Como consequência dessa suposta ação, os magistrados da mais alta Corte eleitoral do país, poderiam estar resistindo à ideia de que o mandato do presidente da República Michel Temer, fosse interrompido. Seria, no entanto, um pretexto a mais no sentido de se "poupar" a aplicação de um "castigo" dirigido ao atual mandatário do país, como por exemplo, a perda definitiva de seu mandato presidencial.

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A desidratação de todo esse processo eleitoral tem como os principais interessados, o presidente Temer, que pretende concluir o seu mandato até o término em 2018, e a ex-presidente Dilma Rousseff, que não quer se tornar inelegível. O que é mais intrigante, é que há ministros da Corte propensos a seguir esse tipo de entendimento e dessa forma, atender às expectativas dos defensores de Temer e Dilma. O próprio TSE poderia estar "jogando no lixo", provas substanciais que antes poderiam influenciar diretamente na decisão do mérito do Tribunal. #Eleições