Todos sabemos que a economia brasileira não andou vivendo lá seus melhores momentos nos últimos anos, não é mesmo? Mas, mesmo com o desfavorável cenário nacional, as notícias, pelo menos por aqui, são positivas: você sabia que mais da metade dos brasileiros (52%, mais precisamente) fizeram doações financeiras em 2015?

Isso mesmo! De acordo com os dados da Pesquisa #doação Brasil, os brasileiros doaram um valor correspondente a 0,23% do PIB, com doações mensais variando, em média, entre R$ 20 e R$ 40. Segundo a pesquisa, divulgada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), a #solidariedade e a sensibilidade em relação às pessoas que precisam de ajuda foram as principais justificativas para a doação em dinheiro, representando 80% das escolhas.

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Seja influenciada por uma religião ou apenas filosofia de vida, a maioria das pessoas disse que faz parte da sua cultura ajudar outras pessoas. A segunda razão seria a própria identificação com as causas filantrópicas. Estudos como esse comprovam, sem deixar dúvidas, como é forte a conexão emocional com o ato de doar.

Nem tudo são flores

É claro que esse cenário poderia ser bem mais favorável. A desconfiança ainda é um sentimento fortemente presente nesse processo, levando, inclusive, à decisão de não doar. Da mesma forma, más experiências com doação também levam a uma redução deste tipo de ajuda, diz o estudo.

De acordo com a pesquisa realizada pelo IDIS, essa desconfiança é resultado de fatores culturais e também é alimentada pelo próprio ambiente. Esses fatores culturais consistem na desconfiança generalizada (e histórica) que os brasileiros (e também os latinos, em geral) depositam em suas instituições – como as judiciais, policiais e militares – e, é claro, no próprio governo.

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O que acontece é que essa desconfiança, naturalmente, acaba sendo estendida a outros tipos de instituições. E o ambiente também alimenta esse sentimento: na medida em que a divulgação de escândalos de desvios de recursos e o marketing excessivo de algumas instituições que depois se comprovaram inidôneas concorrem para sedimentar a percepção de que “o discurso não corresponde à prática”.

De toda forma, conforme vimos na pesquisa, a ideia de que o brasileiro não está desenvolvendo uma cultura de doação é puro mito e, mesmo com toda a desconfiança, a população segue doando parte de seu dinheiro para instituições sociais. E o que esses números também demonstram é o grande potencial para engajar ainda mais brasileiros à prática de doação.

Mas e se houvesse uma instituição que conseguisse recomendar organizações sérias e transparentes? E que, além disso, conseguisse demonstrar de forma clara a eficiência e efetividade do trabalho realizado por essas organizações?

Sobre a doebem

Eis que essa instituição… existe!

Sim! A doebem é uma plataforma online que potencializa impacto positivo ao conectar doadores com organizações sociais eficientes, selecionadas a partir de critérios rigorosos.

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Através do site, o doador pode selecionar uma organização eficiente, doar o valor que quiser, e ainda acompanhar o impacto da sua doação.

A organização defende que é possível alocar recursos de forma eficiente, para promover um impacto maior. Com base em critérios específicos, avaliam e recomendam os projetos e organizações que promovem mudanças de forma eficiente.

Mas como?

Através de um processo de três etapas: primeiro, buscam e exigem evidências claras da efetividade do trabalho realizado com base em estudos científicos que comprovem o impacto positivo da intervenção realizada pela organização; em seguida, avaliam a gestão, a equipe e os processos da organização; por fim, analisam a transparência financeira e organizacional para que as organizações possam ter seu cadastro na plataforma.

Bacana, não é mesmo? Seja você uma pessoa ou organização interessada em ser um doador, ou uma organização sem fins lucrativos interessada em fazer parte da plataforma! #Filantropia