A abordagem #policial passou a ser necessária devido a um fato: criminoso não vem com marca especial para identificação.

Um criminoso pode tranquilamente se passar por um trabalhador e até mesmo ser uma pessoa que trabalha e pratica condutas descritas no Código Penal, ou seja crimes. Inicialmente salvo, se o nome e a imagem da pessoa é constante na prática de crimes, a pessoa não é identificada.

Destaco que os criminosos podem vender e convencer que são pessoas boas, corretas e honestas quando, na verdade, estão maquinando e sondando suas vítimas ou estabelecimentos para serem seus próximos alvos.

Um policial é treinado para ter uma visão ampla e, após alguns anos, consegue identificar padrões de conduta suspeita que os levam a suspeitar de alguém.

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Uma das formas para investigar isso ou até mesmo coibir crimes é por meio da abordagem policial, que é tão criticada pelos supostos defensores ( que na verdade estão se tornando destruidores) dos verdadeiros direitos humanos.

De fato, todo policial ou até mesmo agente de segurança privada deve seguir normas de comportamento. A pessoa que passa por tal abordagem nunca observará tal fato como agradável, especialmente se tiver que passar pela revista e verificação de antecedentes. Muitos contraventores e criminosos são identificados a crimes coibidos por meio dessa incômoda abordagem. De fato, apesar de incômoda, qualquer um que vive essa situação resguarda outro direito humano o da segurança e integridade física.

Logo, existe o fato do cidadão de bem, como dizemos, se sentir ofendido. Mas, não é objetivo ofender e, sim, identificar o motivo da pessoa estar realizando uma conduta tida como suspeita.

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A maioria das abordagem identificam criminosos, ou seja, abordar um trabalhador honesto ou pessoa que repugna uma vida de crimes é exceção.

Convém lembrar que tudo que um criminoso pode usar para sensibilizar uma possível vítima ele usará, mesmo um bebê, um idoso ou uma criança, até mesmo ser uma grávida pode ser criminosa. O criminoso, muitas vezes, não tem rosto conhecido e usa de ardil, ou seja, estratégia para obter sucesso e sensibilizar a opinião das pessoas até cometer o crime.

Como exibido ao longo do texto, o que leva a abordagem é a identificação de uma conduta tida como suspeita, não sendo de forma alguma uma forma de vingança contra o cidadão tentando por meio dela lesionar a honra deste. De forma reiterada, afirmo na maioria esmagadoras das vezes essa forma de proteger a sociedade será para coibir crimes e identificar criminoso, por isso salvo se houver abuso não justificado, não existe dano moral.

Dado o exposto, ao cidadão cabe decidir ou continuar a lutar contra a abordagem policial e vê-la como um mal que deve ser evitado ou como um incomodo necessário para identificar criminosos que, devido ao crescente número e diversas faces, é humanamente impossível o policial lembrar-se de todas. Por isso, é necessária a abordagem.