Todos os investigados pela Lava Jato que optam pela #Delação, contratam advogados especializados em negociação para intermediarem as tratativas com as autoridades competentes, sendo que os mesmos terminam com uma redução penal. Nenhuma delação, por maior teor que tenha tido, teve a sentença inocentada do crime praticado. Que dirá de 245 crimes confessos.

A dúvida que paira no ar de todos os brasileiros é: por que a Lava Jato de Brasília não teve os mesmos trâmites legais que a Lava Jato de Curitiba? A operação de Brasília tem como foco as investigações de quem detêm do Foro Privilegiado, estando o Ministro do Superior Tribunal Federal (STF) Fachin como relator das análises, juntamente com Rodrigo Janot, Procurador-Geral da República (PGR)

É sabido que o mandato de Rodrigo #janot está perto do fim, e dizem nos corredores de Brasília que ele tentou "fechar com chave de ouro" seu mandato na tentativa frustada de derrubar um Presidente da República sem as devidas apurações, como análises técnicas dos áudios, bem como os acordos de leniência com o dono da JBS, Joesley Batista.

Publicidade
Publicidade

A lista de Janot que continha diversos nomes de políticos para o STF julgar no caso da Lava Jato, não teve um membro parlamentar investigado até o momento.

O brasileiro que está se politizando não sabe ao certo como funcionam os acordos de delação, fazendo a todos se indagarem: por que Janot não deu voz de prisão assim que Joesley confessou seus crimes? Pior, deu liberdade e leniência de todos os crimes a ele imputados e autorização para se mudar para os Estados Unidos numa ardilosa decisão individual, sem sorteio do STF, como demanda a legislação constitucional.

O acordo de delação constata uma multa de R$ 10 bilhões, o que pode transparecer uma quantia extremamente justa para o dono de uma empresa avaliada em centenas de bilhões, foi uma pena baixa uma vez que o próprio Joesley admitiu ter amealhado cerca de R$ 60 bilhões dos cofres públicos.

Publicidade

Se não bastasse esse espúrio acordo, Joesley ainda recebeu um prazo de 300 meses para devolutiva do dinheiro de origem oriunda, bem como juros muito abaixo do praticado no mercado. A própria nota oficial do governo federal indaga que o cidadão que renegocia os impostos junto à Receita Federal, pessoas honestas, em situação legítima e legal, pagam juros muito superiores e num prazo muito menor.

O Congresso cogita abrir uma CPI da #JBS para apurar todos os detalhes sórdidos de toda a trama que envolveu e envolve o caso mais argumentado de todos os tempos. Que as investigações comecem e que a punição prevaleça.