Hoje, sexta-feira (30), centrais sindicais saíram novamente às ruas em várias capitais do país no que chamam de #Greve geral que, mesmo em uma participação muito menor que as outras greves, ainda preocupa e desestimula economistas, investidores e empresários com a chamada "cultura do sindicalismo", em que o sindicato manda nas empresas e desinteressa os empresários que param de investir no país, piorando a situação da #Economia, sendo que investidores preocupados que em qualquer momento pode estourar uma greve e perder um dia de trabalho e ganhar um dia de prejuízo.

Causa da greve é o medo dos sindicais em perder a 'boquinha'

Ainda é aceitável por empresários uma greve contra a reforma da previdência.

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O porém é que nessas greves que se espalharam pelas capitais hoje só se viu faixas dizendo "não a reforma trabalhista", "fora temer" e "nenhum direito a menos", além de bandeiras de centrais sindicais e partidos minúsculos que vivem dentro da geladeira, sendo que o básico de uma sociedade que é ensinado nas escolas no ensino fundamental e até em uma parte no hino comunista "A internacional" diz que "não há direitos sem deveres".

É observável que esses grevistas, que em sua maioria são trabalhadores, pois existe uma parcela dos chamados "jovens revolucionários", que são universitários e não trabalham, não estão cumprindo o dever de trabalhar e mover a economia, ma,s em todo caso ,eu não me importo de não ter o "direito" de pagar imposto ao sindicato ou a ninguém.

O governo está sendo muito flexível

Muitos dizem que o governo está "pegando muito leve" com os sindicatos e que eles ainda devem "se banhar" que estão cortando apenas a "mesada" e não cortando sindicatos de uma vez só, já que no Brasil existem pouco mais de 15 mil sindicatos com milhões de trabalhadores pagando o imposto a eles movendo muito dinheiro que, infelizmente, não gira na economia e sim nas mãos das centrais sindicais.

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É muita sorte os sindicatos e o governo apenas copiar a base trabalhista de países desenvolvidos e não a quantidade, como exemplo a Argentina, que tem apenas 91 sindicatos comparados com os 15007 Brasileiros. Não é à toa que a Argentina é um dos países com maior IDH da América Latina. Outro exemplo, o próprio Brasil na época da ditadura militar controlou os sindicatos, e o resultado foi uma época chamada "milagre brasileiro". Eu não estou dizendo que apenas o controle aos sindicatos fez da Argentina e do Brasil um país desenvolvido, porém é um grande fator que define o estímulo aos #investimentos brasileiros.