A situação do presidente Michel Temer (PMDB) [VIDEO] fica cada vez mais complicada. Além de carregar o título de primeiro presidente do Brasil denunciado por corrupção ao STF (Supremo Tribunal Federal) durante o exercício do mandato, agora tem que lidar com uma pesquisa que coloca seu governo em um patamar pior do que de Dilma Rousseff (PT).

De acordo com uma pesquisa da Pulse Brasil, divulgada pelo Instituto Ipsos, 94% dos brasileiros reprovam o governo de #Michel Temer (PMDB). Se levar em conta a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, a #Rejeição ao presidente fica entre 97% ou 9’% o que o deixa, da mesma forma, em pior situação do que ex-presidente.

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Durante o processo de impeachment, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) chegou a ter 80% de rejeição de seu governo. Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui 68% de rejeição dos brasileiros, mesmo sendo condenado a nove anos e meio de prisão pelo juiz Sérgio Moro devido aos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva apurados na Operação Lava Jato.

Parece que mesmo com liberação do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para os trabalhadores para aquecer a economia, o povo brasileiro ainda não vê em Michel Temer (PMDB) um gestor eficiente.

As mudanças propostas por ele para a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) talvez tenha ajudado diminuir a sua já baixa popularidade entre os brasileiros, pois foram duramente criticadas por seus opositores, que não cansaram de reforçar a perda de direitos e retrocesso que as mudanças trariam ao trabalhador.

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Outro dado importante que acompanha a pesquisa de rejeição de Temer é a pergunta feita pelo Instituto Ipsos sobre a opinião dos brasileiros sobre o rumo que o Brasil está seguindo. Para 95% dos brasileiros, o Brasil está seguindo o rumo errado na gestão de Michel Temer (PMDB) e 5% dos brasileiros acreditam que o Brasil está no rumo certo.

Governar um país sendo impopular é um problema, pois, em épocas de crise, existem medidas impopulares que se tornam ainda mais penosas para serem aprovadas nessas condições. Outro fator que os peemedebistas devem se preocupar é que em 2018 haverá eleições e deixar uma taxa tão alta de rejeição com Temer é garantir problemas lá na frente, um exemplo disso é o PT.

Após o impeachment de Dilma de Rousseff, o partido sofreu uma diminuição do seu tamanho e importância em várias regiões, e isso com uma presidente com 80% de rejeição da população.

Michel Temer vai ter que descobrir uma forma de reverter isso junto com os demais problemas que ele tem pra resolver. Vamos esperar as cenas dos próximos capítulos. #Política