Desde o fim da Segunda Guerra Mundial e a expansão do socialismo no período de Guerra Fria, fortemente em países do Leste Europeu, que nos deparamos com esse confronto ideológico direita e esquerda que não parece ter fim. Tais confrontos continuam tão atuais quanto 50 anos atrás. Vemos atualmente no Brasil discussões acaloradas, amizades sendo desfeitas, relações familiares sendo afetadas devido às linhas divergentes de pensamentos políticos e ideológicos.

Durante anos de Guerra Fria se viu ao redor do mundo a acirrada competição entre o bloco de países considerados de direita, capitalistas liberais, contra países de economias ideologicamente de esquerda, com a maior interferência estatal.

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O resultado desse período foi uma tensa guerra ideológica e psicológica, surgimento de ditaduras e governos totalitários, que retrocederam o desenvolvimento mundial, resultando em inúmeras mortes ao redor do mundo.

Termos originários na França no século 18, à “direita” da mesa de negociações com o governo se sentava o grupo considerado liberal e conservadora. Em contrapartida, à “esquerda” se os representantes da classe trabalhadora, que brigava por seus direitos.

Dentre os sistemas econômicos, o capitalismo liberal se mantém perpetuando até hoje, sendo o mais difundido modelo econômico em nosso planeta. Porém, com a extinção da União Soviética e a queda do muro de Berlim, em 1989, o socialismo foi reduzido drasticamente.

O socialismo, originário da ideologia marxista, defende maior intervenção do estado na #Economia e o controle dos meios de produção e capital, considerado a fase transitória para atingir o comunismo.

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Pensando na palavra socialismo, consultando o dicionário, se entende por uma ideologia voltada para social, com foco na relação humana e interação equilibrada entre vida e trabalho.

Muito se justifica por linhas ideológicas consideradas de direita que a esquerda é o problema do desenvolvimento econômico, impactando sistematicamente nos problemas do Brasil. Em contrapartida, linhas de esquerda justificam que a pobreza e o desequilibro social são resultados de políticas liberais que se norteiam única e exclusivamente no acumulo de capital.

Dentre toda essa bipolaridade e diferenças ideológicas, seguir com a linha do conflito não parece ser o melhor caminho, isto é notável desde o período de Guerra Fria. Em todo sistema ou modelo econômico há seus pontos fortes e fracos, há sempre aspectos a serem melhorados e desenvolvidos. Não seria o momento para uma reflexão e a oportunidade de surgimento de novos conceitos que possam miscigenar aspectos econômicos liberais com linhas que exaltam a importância social para um desenvolvimento econômico. #Política #guerrafria