Situada no território catarinense, tendo ao Sul o estado gaúcho e ao Oeste o país da Argentina, em algum dia do mês de junho de 1980, Itapiranga tornou-se a cidade natal de mais um cidadão brasileiro. Indivíduo este que é filho de um casal de heterossexuais cristãos e também brasileiros, que não fazia parte da classe dominante, tanto econômica quanto #Política da época.

Um cidadão que, devido à ignorância intelectual de seus pais e as consequências das decisões tomadas, foi condenado a ser doutrinado tanto dentro como fora da escola, segundo os princípios socialistas até o início de sua vida adulta. No ano de 1989, mesmo ano da queda do muro de Berlim, o personagem desta história estava entrando na puberdade e frequentando seu primeiro ano de escola, sem saber que já havia se passado um ano desde a promulgação da constituição vigente em seu país, a Constituição de 1988.

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Fruto do descaso por parte do Estado com a #Educação primária, um dos focos da #Cultura marxista e, devido à evasão escolar, este cidadão completava seus 18 anos tendo a 5ª série incompleta do Ensino Fundamental brasileiro como grau de instrução. Desde seus 15 anos, este cidadão já trabalhava registrado conforme a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e, com seus 18 anos, entrou no ramo metal-mecânico na área da usinagem convencional, como torneiro mecânico.

A partir de então, deu início em seu retorno aos estudos, planejando chegar a uma graduação superior intercalando seu tempo entre trabalho e lazer. Diante dos fatos ocorridos na trajetória da vida desse cidadão brasileiro com naturalidade de Itapiranga (SC), Brasil, que nasceu em algum dia do mês de junho no ano de 1980 com o nome de Volnei Alencar, restou-lhe a curiosidade e a vontade de entender e tentar mudar esse rumo.

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Rumo este que havia sido pré-definido pelo marxismo cultural vigente em seu país. Cultura essa que passou a ser construída de forma silenciosa, a partir do final da república velha.

Agora, passando a terceira para a primeira pessoa, o que está em pauta, é procurar intelectualizar-me e buscar por doutrinas econômicas que tenham como foco a descentralização do poder do Estado, para assim termos mais liberdade. Pois, cada indivíduo integrante da sociedade irá contribuir para o progresso econômico, cultural, social e político, que nosso país tanto necessita. Criando assim um progresso econômico sustentável, livre da alienação que a maioria da população brasileira está contida.