Recentemente, o presidente Michel Temer disse que o povo entenderia “o aumento do imposto de combustíveis”. Não bastasse isso, agora entra na discussão a emenda, já aprovada, proposta pelo deputado #Jair Bolsonaro.

As duas situações são polêmicas e delicadas porque o prejuízo recaíra no bolso do cidadão brasileiro, e não no deles. Recaíra, essa é palavra correta, porque esse prejuízo público já cai na conta do brasileiro desde a época do descobrimento.

O preço da emenda do deputado Jair Bolsonaro

A emenda custará ao povo brasileiro nada menos que 2,5 bilhões. O projeto de Bolsonaro foi aprovado em 2015, obrigando as urnas eletrônicas a imprimir as votações realizadas.

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De acordo com a lei, o cidadão receberá uma espécie de recibo do seu voto para que possa acompanhar as contagens.

Será assim: a urna imprimirá uma nota do voto, que necessitará ser conferida pela pessoa que votou. Após todo esse procedimento, o recebo será colocado rapidamente em um plástico fechado e ficará sob a custódia da Justiça Eleitoral. O documento não poderá ter a identificação do eleitor e o votante também não levará o recibo para a sua residência.

Bolsonaro e a vontade persistente de ser presidente

Jair Bolsonaro, que está hoje com 62 anos, almeja o cargo presidencial. O seu maior rival nessa corrida é o ex-presidente #Lula, condenado a 9 anos e seis meses de prisão pelo juiz federal Sergio Moro, na Operação Lava Jato

Como são dois candidatos de ideologias completamente diferentes, Lula representando o socialismo e Bolsonaro mais o capitalismo, o embate é inevitável sobretudo porque os dois são os que têm mais eleitores.

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Condenado e quase inelegível, Lula tenta a todo custo uma eleição direta

Lula quer disputar a presidência com Bolsonaro e demais candidatos, mas ele sabe que sua situação está cada vez mais estreita para as eleições de 2018.

Sua opção mais viável é atacar todo mundo. Aqueles que ameaçam sua incansável vontade de se eleger ou de colocar seus “queridinhos” no poder, com toda certeza, serão alvos de represália do petista.

Um caso polêmico foi quando Lula criticou o senador Lindbergh Farias por tentar concorrer à Presidência do PT com a então senadora Gleisi Hoffmann, hoje presidente do partido petista.

No entanto, como Lula não tem muita opção, ele passa a fazer o discurso do coitado, onde sempre é a vítima e todos os outros são os vilões. Como ele sempre gosta de afirmar nas suas palestras “a história dirá quem foi o certo”.

O medo do juiz Sergio Moro

A vontade do ex-presidente de correr da justiça vem desde a época que a ex-presidente Dilma Rousseff resolveu torná-lo ministro da Casa Civil, deixando escancarada a vontade de salvar a pele de Lula das mãos do juiz Sergio Moro.

Não deu certo, a ex-presidente caiu e Lula foi condenado. Mas ainda faltam mais quatro processos para o ex-presidente. #Dilma