Desde que a assumiu a Presidência da república posterior ao impeachment de Dilma Rousseff, #Michel Temer exibe dia após dia um programa de governo que adota como regra norteadora o corte de programas e políticas de proteção às camadas mais pobres da população brasileira. Temer corta direitos dos que menos têm para pagar a fatura de um país instável pós-golpe. Programas o Pronatec, o Ciências Sem Fronteiras e a rede de Farmácias Populares foram extintos pelo atual governo.

Em 2013, com as políticas públicas adotadas pelo então governo de esquerda do PT, o #Brasil saiu oficialmente do mapa mundial da #Fome elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

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Nele estão presentes todos os países que não conseguem alimentar suficientemente mais de 5% da sua população. Infelizmente, pouco tempo depois de deixar o mapa, nosso país volta a lidar com esta triste realidade.

Cortes no Bolsa Família

Um dos principais responsáveis pela mudança de vida dos brasileiros nos últimos 13 anos foi o Programa Bolsa Família, reconhecido e premiado pela ONU graças a excelência com a qual mudou o desenvolvimento social brasileiro. Na gestão PMDB, o Bolsa Família vive constantes ameaças.

Quando a presidenta Dilma foi deposta do cargo para o qual foi eleito democraticamente pela maioria dos brasileiros, 13,8 milhões de famílias recebiam os benefícios do programa. Atualmente, o número de famílias beneficiárias é de 12,7 milhões, segundo dados o Ministério do Desenvolvimento Social.

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Isso significa que 1,1 milhão de famílias foram excluídas do Bolsa Família. Na prática, são 4,3 milhões de pessoas que deixam de fazer parte da rede de proteção social.

São dados incompreensíveis, já que o Brasil registra um número recorde de desempregados no país: mais de 14 milhões de pessoas estão sem empregos. Essa situação deveria aumentar quase que automaticamente a quantidade de pessoas beneficiadas pelo Bolsa, mas Temer faz o caminho contrário. Na hora em que os brasileiros mais precisam, o governo vira as costas.

Redução de investimentos para a agricultura familiar

Segundo o jornal “O Globo”, 7 mil famílias mineiras estão com a alimentação em risco graças aos cortes no Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA). A conta é bem simples e os números são escandalosos.

No primeiro semestre de 2016, por exemplo, foram pagos R$ 43 milhões de reais para a compra de alimentos; já no primeiro semestre de 2017, apenas R$ 5 milhões. São dezenas de milhões cortados, uma tragédia anunciada.