O conhecimento amplo adquirido por uma educação formal digna e igualitária faz uma transformação tão sublime nas partes internas e externas do ser humano que os nossos digníssimos governantes administram de forma sorrateira seus investimentos deficientes, mal distribuídos e mal conduzidos para esse segmento. A prova desse caos ensurdecedor no déficit educacional brasileiro é a colocação do Brasil como um dos piores países no ranking mundial de #Educação.

Estamos entre os últimos colocados. Segundo o Pisa (Programme for International Student Assessment - Programa para Avaliação Internacional de Estudantes, em português), de 70 países avaliados estamos em 65°lugar.

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Nenhum representante de estado, federal, legislador, secretário da Educação e Cultura e nem muito menos o ministro da Educação, Mendonça Filho, desenvolve planos político-sociais e educacionais capazes de corromper essa classificação desumana.

Nossos estudantes apenas ocupam salas de aulas enjauladas alimentadas por um falso e antiquado currículo escolar que esconde as verdades da história brasileira, desvaloriza a filosofia e sociologia e camufla suas hipocrisias com propagandas sem nexo de planejamentos e com intuitos de tornar os nossos jovens cidadãos em peças mecânicas e sem senso crítico.

Podemos acusar todos os representantes e voltar na história para tentamos achar um verdadeiro culpado. Mas não podemos esquecer que todos nós, cidadãos brasileiros, também somos réus por tudo que acontece no cenário educacional, seja de maneira negativa ou positiva.

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Somos responsáveis por não exigirmos explicações e demonstrativos da verba que o governo federal repassa para os governadores de nossos estados.

No ano de 2014, a presidenta Dilma Rousseff sancionou uma lei que coloca como meta para o governo atingir gastos equivalentes a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) em educação em um prazo de dez anos. Vejam bem, três anos se passaram e nenhum resultado real foi concretizado. Apesar de que 10% é relativamente um percentual abaixo do nível necessário para um investimento em escolas públicas que estão com falta de materiais didáticos, com péssima qualidade na infraestrutura e uma absurda desvalorização do profissional da educação, o professor.

Esse pequeno e sucinto artigo é feito especialmente para você leitor que se interessa pela educação cultural e de senso crítico que seu filho, sobrinho, primo ou irmão merecem ter, para que não errem novamente, acreditem na uniformidade de oportunidades, passem a ser conhecedores deles mesmos, de suas origens e respeitem as diversidades. #rankingmundialdeeducacao #curriculoescolar