O Facebook foi criado em 2004 na universidade de Harvard pelo então estudante Mark Zuckerberg e seus amigos de quarto, Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes. Inicialmente, a rede só operava em Harvard, mas se estendeu em outras universidades na área de Boston como Ivy League e da Universidade de Stanford. Segundo consta, a rede social foi criada por causa de um “fora” que o fundador levou de uma garota, como é mostrado no filme “Rede Social”, de 2010. Assim, a rede social se tornou um hábito de quase todo mundo e é, sem sombra de dúvida, bem-sucedida rede social.

Seria “loucura” negar o valor que a rede social tem hoje, seja como ferramenta útil para contato com familiares e amigos, postar e ver fotos e imagens, ler notícias e até, porque não, ser fonte de pesquisa.

Publicidade
Publicidade

O problema é quando se usa de forma continua, pois pode prejudicar nossas tarefas e até mesmo nossos relacionamentos da vida cotidiana se não ter um certo cuidado. Recentemente, a rede social superou sua marca de dois bilhões de usuários.

O problema é que algumas pessoas exageram e atravessam enormemente a barreira do bom senso e usam a rede social de maneira direta, sem sair para fazer suas tarefas. Claro, que o #Facebook oferece várias coisas que gostamos, como contato com as pessoas, contato com notícias e novidades, ao mesmo tempo, muitas pessoas odeiam como são tragados por esse “vortex” de desperdiçar o tempo e as afasta das tarefas cotidianas. Nem as diversões que estão acostumados, fazem porque não saem da rede social.

Mas será que a nossa sociedade está mesmo viciada em Facebook? Para casos que chegam ao extremo, a resposta é sim.

Publicidade

Nos casos de menos extremidade, a resposta é menos terrível do que se possa imaginar. Segundo o psicólogo do instituto experimental da Oxford, Andrew Przybylski, a maioria pensa que o vício é apenas um regulamentado comportamento. Ainda continua que, às vezes, as pessoas não têm o entendimento por qual razão estão perdendo tempo em #Redes Sociais. Ainda no caso do Facebook, desejam muito parar.

Isso acontecem quando as outras coisas ficam irrelevantes e ai a redes sociais viram um vício, daí muitas vezes, ultrapassam o limite do extremo e “mau uso”. As atividades tecnológicas, os trabalhos, o sexo ou jogos de azar, não se tornam vícios químicos, como no caso da nicotina ou álcool, mas podem desafiar tanto quanto com esses vícios. Porque os primeiros são vícios comportamentais, mas são poderosos no mesmo modo dos vícios químicos.

Existem estudos que dizem que se ficar umas duas horas por dia, não há problema algum, o problema começa quando não há limite de ficar na rede social. Isso pode começar a ter um efeito negativo e essa negatividade pode afetar seu bem-estar mental.

Publicidade

Ficar na rede social não é como assistir uma série no Netflix porque as notícias nunca chegarão ao fim como as séries.

Afinal, existe ou não limites para essa rede social? Será mesmo que há limite e vicio? É difícil de saber, mas o limite de tudo pode ser uma dica para o bom senso e uma saúde mental saudável. #Tecnologia