O Brasil ocupa um espaço importante na geografia, na economia e na politica mundial. Tem sido assim ao longo dos séculos desde 1500. A colonização europeia instalou por aqui, nas terras tupiniquins, como é sabido, uma moral e cultura ocidentais, com direito a monarquia escravocrata e cristianismo hierárquico.

A economia fluiu como nos outros cantos do mundo calcada na agroindústria. Inicialmente pela exploração de recursos naturais, logo depois, adotando o comércio de seres humanos africanos enquanto mercadoria. Participou do comércio transoceânico do açúcar, de cana e do café. Construiu uma sociedade sectária onde a distância entre os poderosos e a massa laboral é enorme.

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O Lula [VIDEO], um nordestino do sertão do Garanhuns e componente dessa massa de desprovidos, sem quase nenhuma instrução regular, surpreendeu o mundo ao alcançar o cargo de presidente da República do Brasil pelo voto democrático e livre, um fato extraordinário.

Foi reconhecido por diversas universidades estrangeiras e brasileiras como Doutor, ou por ser possuidor de conhecimentos capazes de produzir relevantes benefícios para a humanidade. Projetou a nação brasileira no exterior como nenhum outro presidente, criou programas de ascensão social que reduziram a lacuna entre ricos e pobres no Brasil, combateu a fome em programas reconhecidos mundo a fora, em especial para as crianças brasileiras.

Aproximou a nação brasileira de outros gigantes emergentes como a Rússia, China e a Índia, manteve a presença brasileira no Haiti, dando um passo importante para a incorporação do Brasil no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).

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A grande lucidez do #Lula é inata, e não dependeu de instrução escolar. Assim como nos homens considerados expoentes no mundo, a genialidade se expõe pela forma de se conduzir no mundo e perante aos homens. Ele foi gravando a sua história ao longo da sua vida profícua e bela.

A genialidade compõe um panteão onde se perfilam diante da sociedade homens e mulheres de destaque no mundo. Há os de afecção má e que estão na história como sanguinários. Há os deletérios e os insanos. A todos os conhecemos nos livros de história.

Porem, há os de afecção do bem, os que se projetaram por fazer o bem, ou consertar o ruim. Às vezes, pagando com a própria vida ou dentro de uma sela ou masmorra, não resta a menor dúvida que o Lula está incluído nesta segunda categoria de gênios, e o que ele fez está indelével para a análise das próxima gerações. #pobre #PresidenteLula