Dizem que o Brasil é um país livre de catástrofes. Por aqui não há furacão, terremoto ou tsunami que chegue. Porém, há quem diga que #Brasília é a catástrofe do Brasil. Isto porque nestes tempos onde a politica tornou-se um instrumento de interesses pessoais de homens ricos, a cidade política do país virou simbolo de corrupção e caiu no descredito geral da população.

Todo mundo é igual

A frase popular que expressa a indignação é famosa: "todo politico é #Ladrão!". E temos mesmo uma convicção sincera de que seja assim. Porém, por trás desta frase há um pensamento oculto, o de que, já que todos os políticos são iguais, já que não há diferença entre eles, tanto faz quem escolhemos para governar.

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Este é um pensamento muito interessante para os políticos realmente desonestos, pois, desse modo, ficam misturados entre os demais, dificultando sua exposição.

O jogo político

Toda generalização é um erro. Há políticos e políticos. Mas nosso trabalho é árduo, de separar o joio do trigo. Por que a politica sempre foi e continua sendo um jogo de interesses onde, muitas vezes, a mentira conquista mais apoio do que a verdade. Portanto, neste 2018 conheça bem os candidatos antes de fazer sua escolha entre eles. E cuidado com os discursos que prometem milagres!

Presidenciáveis

Os presidenciáveis para estas eleições de 2018 já disputam nos bastidores, visto que é proibido pela Constituição Brasileira de 88 anunciar a candidatura antes do início do período de propaganda eleitoral (propaganda eleitoral antecipada), correndo o risco de sofrer sanção por multa.

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Os principais entre eles são nomes já conhecidos de longa data pela população brasileira: O ex-presidente Lula, o deputado federal Jair Bolsonaro, o ex-governador do Ceará e ex-ministro Ciro Gomes, a ex-senadora Marina Silva, o ex-desembargador do STF Joaquim Barbosa, o atual prefeito de São Paulo João Dória, a ex-deputada Luciana Genro. Estes, são só alguns dos nomes de maior peso. Porém, novos nomes com novos discursos e novas roupagens surgirão daqui até as eleições. Emaranhando ainda mais a trama de ideias que é a fonte do jogo politico.

Consciência política e as paixões

O sociólogo, historiador e crítico literário Sérgio Buarque de Holanda já dizia que o brasileiro é um homem cordial. No sentido de que age levado pelo coração, pela emoção, por suas paixões. Neste momento decisivo para o país e para o futuro da juventude de alguns e da velhice de outros, faz-se extremamente necessário que o homem cordial aprenda também a usar sua racionalidade e decidir friamente. É preciso separar o afeto da política e tentar conhecer ao máximo as características de todos os que se apresentarem oferecendo-se para governar e pedindo sua confiança. Não confie! Desconfie! Só assim teremos um governo competente e verdadeiramente representativo. Por que nem todo político é ladrão, mas "os que procuram ouro cavam muito e encontram pouco". #Eleições 2018