A história geral é recheada de rainhas loucas, com leis infames e decretos sanguinários, que levaram muitos de seus súditos a ruína, miséria e injustiças. Também na história encontramos reis que estavam distantes do povo comum, que chamo de eruditos, onde emitiam ordenanças pesadas ou inúteis para a vida de seus súditos, que preservavam seu modo de vida, adequando-se a sua forma de governo, preocupado apenas com a sobrevivência da monarquia, seus caprichos e desejos.

Infelizmente, encontramos o mesmo formato funcionando hoje, nos regime presidencial de Brasília. A “rainha louca”, Dilma, com seus devaneios de sabedoria e grandeza, aliado a um populismo orquestrado pelo seu antecessor, foi deposta; e o que se pensava numa solução razoável, a posse de seu sucessor, aos poucos foi se descortinando a verdadeira face de um “rei erudito”.

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Temer, logo ao tomar posse procurou seguir uma linha de português polido, refinado, discurso contido, educado e realista - também por necessidade de agrado a classe média e aos empresários.

No começo funcionou bem, e até forçado fomos a esquecer de que se era vice do governo anterior e que não se teria nenhuma ligação com os erros do passado. A falácia de novo governo, novo rumo, foi sendo comungado meio a contragosto, até pela necessidade de se romper a inércia econômica do país, onde se buscava desesperadamente um fato que pudesse motivar este movimento em busca de “sair da crise”, sem “aumentar impostos”, como se dizia.

Foi dado o voto de confiança pela maioria de todos, pois “pior que está não fica”, era o lema. Passado estes meses, foi se levando até a dita cuja delação premiada de Joesley Batista, onde numa gravação de áudio o presidente Temer sugere a suposta compra de silêncio de Cunha, ex-homem forte, e ex-presidente da Câmara dos Deputados.

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Foi uma bomba e colocou “nossa saída” para a crise em xeque.

Depois de alguns dias e estar ameaçado ainda pelo impecheament a ser apresentado na câmara em agosto de #2017, Temer, do dia pra noite, sabendo que as contas do governo não iriam fechar, resolve decretar um super aumento de combustível. É a gota d`água, onde nos lembra fatos da revolução francesa, em que o povo, em extrema necessidade, suportava caprichos da família real, cercada de luxo, riquezas e festas. Diziam, como também se discursa hoje, "o povo vai entender o aumento dos impostos".

Aguardemos os próximos capítulos, que nós, pobres mortais, plebeus, ficamos a observar deste duelo de poder, em que os interesses políticos, econômicos e de classes ricas estão acima do bem estar comum do povo brasileiro. Somos obrigados a confiar em nossas instituições e continuar expressando nas ruas nossa opinião. Deus salve o Brasil e não estes reis e rainhas fajutos ! #foratemer #rainhaloucareierudito