Dizem alguns estudiosos que o ato político em si começa na hora que nasce, quando o choro da criança faz despertar o ato de amamentar. Assim, nasce o ato de convencimento. A criança chora para convencer a mãe que precisa do leite materno. Então, somos animais que temos em si o ato político nas nossas atitudes cotidianas de convencer o outro que aquele ato é importante para si e para o outro. Nosso país tem mais ou menos 30 anos de redemocratização e na primeira eleição dessa redemocratização havia dois hoje ex-presidentes, Fernando Collor de Mello, atualmente senador por Alagoas, e Luiz Inácio Lula Da Silva.

Havia pouco tempo para o término das eleições e mesmo ganhando nas pesquisas, o candidato Collor de Mello mostrou uma mulher que apresentou como sendo uma ex-mulher de #Lula, Miriam Cordeiro, que disse muitas coisas dele.

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Primeiro disse que o ex-presidente seria racista e não suportava ver nenhum negro na TV, pois isso lhe deixaria nervoso e desligava. Disse Miriam que, quando estava grávida de Lurian, o Lula teria dito que deveria fazer um aborto porque teria casado com a falecida dona Marisa.

Muitas coisas aconteceram após o caso, pois há uma suspeita que a equipe da campanha de Collor teria pagado Miriam Cordeiro. O senador nega que soubesse qualquer coisa, pois, disse que não cuidava nada da campanha e nem via as fitas. Lula disse que nunca quis o aborto e hoje Lurian apoia o pai em sua carreira política e há um suposto envolvimento com a corrupção dele. O caso, na verdade, é muito difícil de definir, pois, muitas teorias circulam em torno dessa aparição que há pouco tempo voltou à voga com o ex-presidente sendo acusado de ser réu de mais de seis denúncias.

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Quem teria soltado os vídeos tanto da ex-namorada quanto o vídeo com a resposta de Lula? Não se sabe.

O que sabemos é desse depoimento, que chocou muitas pessoas na época, fez o Lula perder as eleições e, porque não, manchou por muito tempo a sua imagem. Lula é ex-presidente da República (2003-2011) e também estaria envolvido no esquema do “Mensalão” e outro do “Petrolão”, além de lavagem de dinheiro com a compra de imóveis. Recentemente, o ex-presidente foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão por causa do caso do tríplex no Guarujá (SP) e lavagem de dinheiro.

Nesses dois vídeos dá para ver as duas situações que aconteceram durante a campanha eleitoral de 1989 e causaram muito “estrago” e até hoje provocam alguns comentários:

#Marisa Letícia #Eleições 2016