Publicidade
Publicidade

Esperar ansiosamente para que algo aconteça, é a famosa #expectativa, que, às vezes, acaba virando frustração quando as coisas não acontecem como eram esperadas. A expectativa é a esperança que está dentro da gente e é normal senti-la, mas, em algumas situações, para evitar um sofrimento maior, o ideal é não #criar expectativa. É claro que não devemos viver sem expectativa alguma, afinal, ter esperança e fé que as coisas vão dar certo faz bem, mas, em alguns casos, é algo que precisa ser trabalhado para evitar um sofrimento maior.

A expectativa está muito presente em nosso cotidiano.

Fazemos faculdade e criamos expectativa sobre a vida profissional.

Publicidade

Criamos expectativa sobre uma possível promoção no trabalho.

Namoramos e criamos expectativa sobre um possível casamento.

Criamos expectativa sobre o nascimento e a criação dos filhos.

Mas será que se colocarmos menos expectativa em tudo, podemos ser mais felizes ou não sofrer tanto?

O conselheiro #amoroso e escritor, Heverton Anunciação, sugere em seu livro “A Matemática das Emoções” sobre utilizarmos em nossas vidas a seguinte fórmula: (S=R-E) que quer dizer: satisfação é igual ao resultado menos a expectativa. A mensagem que ele nos passa é que ficamos satisfeitos com o resultado quando não criarmos expectativa. Um bom exemplo é um encontro amoroso que foi bacana, mas o ideal é não ficar esperando uma ligação no dia seguinte, pois se a ligação acontecer, ótimo, mas caso não ocorra, você já estará satisfeito com o que já aconteceu no dia anterior.

Publicidade

Para Anunciação, até pode-se criar expectativa em um relacionamento amoroso, mas é importante ser imparcial para avaliar a fase em que a outra pessoa está. “Não fique forçando nada se a pessoa não quer passar para outra fase com você, ou seja, ame, deseje, mas avalie o retorno que está obtendo”, aconselha.

A enfermeira Waneska Beatriz da Silva acredita que, na maioria das vezes, as expectativas podem ter como consequência, a decepção. Ela conta que ainda tem muitas expectativas, mas depois de algumas decepções, ela aprendeu a viver sem criar expectativa em relação a outras pessoas. “Eu aprendi a viver sem expectativa em relação ao outro. Não esperar absolutamente nada de outra pessoa, é isso que tenho trabalhado no meu dia a dia como, por exemplo, fazer um almoço gostoso, sem esperar que o marido chegue e elogie. Então, faço o meu melhor aos que amo, e de verdade, não espero nada em troca. Agindo assim tenho tido mais surpresas agradáveis do que decepções”, diz.