O Facebook [VIDEO] é uma das maiores empresas do mundo e possui aproximadamente dois bilhões de usuários. O dono da empresa de alto valor é Mark Zuckerberg, que tem demonstrado preocupar-se com as pessoas que não tem condições satisfatórias de vida, os chamados marginalizados. Ele tem sempre que possível contribuído com doações e tem ajudado algumas pessoas no mundo.

Entretanto, John Thornhill, colunista do Jornal “A Folha de S.Paulo”, disse que a influência que Zuckerberg possui pode ajudar as pessoas a enfrentar as dificuldades desta geração. O colunista afirmou ainda que o dono do #Facebook deveria criar o Facebook Permanent Fund, que funcionaria como uma espécie de renda básica universal que seria paga aos usuários da rede social.

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Esta iniciativa poderia funcionar como meio de influenciar outras grande empresas, como o Google, por exemplo.

Segundo o colunista da “Folha”, é justo que Zuckerberg pague um valor para os usuários que de forma gratuita fornecem seus dados para a empresa e contribui para que a empresa lucre com vendas de anúncios. Em outras palavras, os lucros adquiridos pelo Facebook são criados de forma coletiva, da qual todos os usuários participam mesmo que inconscientemente.

Esta ideia não foi bem recebida pelos acionistas do Facebook, mas o dono da empresa há alguns anos havia afirmado que sua meta era provocar um grande impacto na economia e não apenas criar uma companhia qualquer. Tal atitude de pagar uma renda universal aos usuários do Facebook poderia trazer um grande impacto, pois, em toda a história, não houve algo semelhante.

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Desta forma, se caso isso ocorresse, os usuários poderiam permanecer postando fotos, compartilhando notícias, mas conscientes de que cada visualização iria contribuir para ajudar o mundo.

Zuckerberg fala sobre renda universal básica, em discurso de formatura

Durante um discurso realizado para os formandos da Universidade de Harvard, Zuckerberg afirmou que as pessoas “deveriam pensar ideias, como a renda universal básica, com o intuito de que todos desfrutassem de reserva”. Esta ideia pode aparentemente apresentar seus defeitos, mas há algo valioso nesta atitude. Este valor consiste em que as pessoas poderão ser vistas como membros importantes e imprescindíveis na sociedade e, portanto, possuem direito de também receber algo em troca.

Esta ideia não é algo novo. Há uns 500 anos, alguns pensadores considerados como radicais, como Sir Thomas More, já pensaram na possibilidade de uma prosperidade coletiva. E isto voltou a despertar interesse na nossa era. #renda mínima