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Até quando, Cidade Sorriso? Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, de uns tempos até hoje, vem sendo um grande alvo de violência, assalto e tráfico de drogas, onde cidadãos não querem mais sair de suas casas por #medo de serem abordadas. Entretanto, até onde se sentem mais seguras, como em suas residências, estão sendo vítimas das ocorrências.

A cidade é quase todos os dias pega de surpresa por arrastões, #assaltos relâmpagos, comércios sendo abordados por bandidos etc. A cidade está sendo completamente largada, com meliantes fazendo o que querem.

Como viver assim?

“Não consigo mais sair de casa sem medo”, “tenho medo de deixar meus filhos na escola”, “escuto tiros todos os dias”, ”saio para trabalhar e parece um filme de terror, que qualquer coisa pode acontecer a qualquer momento”.

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Essas são palavras de moradores das regiões.

Com base nas estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP), a região está com números altíssimos de furtos, homicídios e violência. Nos últimos tempos, o Brasil tem tido manchetes internacionais com base nos altos índices de assalto, fazendo turistas repensarem sobre uma visita ao Rio de Janeiro.

A cidade onde os próprios moradores estão se unindo e se protegendo, colocando câmeras nas ruas, sendo solidários aos vizinhos, planejando projetos de um viver melhor, porque depender da Prefeitura e daqueles que julgam fazer melhorias, não está mais sendo viável. #niterói virou zona total de risco, completamente refém de marginais e até daqueles que se dizem “à margem da lei”.

Regressão e descaso total

O tráfico de drogas em favelas está resultando em guerras, na tentativa de comandar a venda das drogas ilícitas.

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Com média de três mil assaltos nos últimos dois meses, registrados com boletim de ocorrência, o roubo de carros triplicou.

“O 12º BPM (Batalhão da Polícia Militar), de Niterói, tem notado um aumento na presença de armamento pesado nas mãos de criminosos. Em alguns casos, usados para cometer crimes comuns. Só nos cinco primeiros meses deste ano, a PM apreendeu sete fuzis. Nos 12 meses do ano passado, foram dez; e em 2015, ano recorde, foram 23 fuzis”, publicou o jornal O Globo.

Nesta última década, a cidade de Niterói vem enfrentando um crescimento desordenado, onde os problemas só aumentam, não tem estrutura nenhuma para se construir sem ajuda das autoridades. A população está apavorada, temendo até mesmo de ir trabalhar para manter suas famílias.

Solidários, pessoas criaram grupos do Facebook e WhatsApp para divulgar os acontecimentos no momento das ações para pessoas que desejam se manter informadas sobre violência por páginas e grupos dos diversos lugares da cidade.