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Até meados de 2016, não se falava em outros tipos de tratamentos contra o câncer, além de quimioterapia, radioterapia e mutilações, pelo contrário, qualquer pesquisador que se atravesse a ir contra todo um mercado bilionário que são os tratamentos convencionais eram de todas as formas desqualificados, tanto pela mídia, quanto por outros pesquisadores.

Logo depois do 46º melhor químico do Brasil eleito pela revista superinteressante, doutor em química analítica, #Gilberto Chierice, anunciar um novo método de tratar o câncer (como uma disfunção mitocondrial), a indústria começou a se movimentar e liberar medicamentos realmente eficazes contra o câncer e menos prejudicial à saúde do paciente.

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Gilberto Chierice desenvolveu a substância Fosfoetanolamina Sintética na USP de São Carlos, desde 1995, e vários médicos oncologistas de hospitais renomados como Sírio Libanês começaram a encaminhar pacientes já em estágio avançado da doença até ele. Com a melhora de pacientes e esses se expondo em redes sociais, em 2015 acabou chegando à mídia televisa e uma grande tentativa de sujar a imagem do químico iniciou-se.

Atualmente, surgiu um tratamento revolucionário chamado #Imunoterapia, mudando todo o paradigma no tratamento principal do câncer, mas com um problema bem notório, o altíssimo custo de tais medicamentos.

A imunoterapia consiste em estimular o sistema imunológico do paciente e fazer com que o seu próprio organismo consiga identificar as células cancerígenas, o mesmo mecanismo de funcionamento da #Fosfoetanolamina sintética desenvolvida na USP, mas não é tão polêmica por conta do seu alto valor mercadológico, podendo chegar até 90 mil reais cada aplicação, enquanto a fosfoetanolamina [VIDEO] chega a 20 centavos cada cápsula.

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Nenhum dos imunoterápicos do mercado são custeados pelo SUS, devendo ao paciente que quiser se submeter ao tratamento desembolsar uma quantia relativamente alta.

A fosfoetanolamina foi um grande marco expandido as pesquisas contra o câncer e quebrando um paradigma de tratamento convencional, ou seja, começando estudar o combate da doença não apenas matando todas as células (saudáveis e cancerígenas), mas fazendo que o próprio corpo do paciente consiga identificar as células corretas para combater.

A Anvisa, órgão responsável por liberação de medicamento, liberou em tempo recorde alguns imunoterápicos esta semana que já estão liberados para uso em pacientes com câncer de pulmão, um dos que mais matam atualmente no mundo todo.