Todo mundo conhece a história de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, uma rede social nascida da ideia de universitários de Harvard, que tinham como intuito escolher as pessoas mais atraentes e que era destinada somente a estudantes. Sete meses depois, foi inserido na sua plataforma o "mural" e liberadas outras formas de compartilhamento de fotos, mas sempre visando universitários. No mesmo ano da criação, em dezembro, o Facebook já havia atingido 1 milhão de pessoas. O sucesso foi tanto que pouco tempo depois foi dada abertura para que qualquer pessoa o acessasse.

De lá para cá foram feitas várias inovações como: o Chat (2008), botão curtir (2009), Facebook Place (2010) - recurso que localizava onde o usuário estava - Facebook Sponsored Stories - que permitia às empresas patrocinadoras do Facebook usarem os comentários como marketing de seus produtos- e Linha do Tempo (2011). Em 2012 a empresa atingiu mais um marco ao tornar-se a primeira empresa norte - americana a chegar à Bolsa de Valores com seu valor acima de U$ 100 bilhões. Querendo ampliar seus domínios, Mark adquiriu o Instagram, um aplicativo de imagens, e no ano seguinte lançou o Buscador de Mensagens; em 2014 adquiriu o Whatsapp.

Recentemente, foi anunciada uma nova plataforma nos moldes do Linkedln. A proposta é que o usuário não precise desbloquear o Facebook no trabalho, mas que seu trabalho seja feito utilizando a nova ferramenta. O Financial Times já informou que esta plataforma quer realmente concorrer com redes sociais que possuem plataformas semelhantes à do Linkedln, viabilizando uma alternativa no segmento profissional dos usuários. O mercado especula que para esse tipo de plataforma se pague em torno de mil milhões de dólares (ainda que não haja ninguém que pague esse valor) e isso parece ser bastante atrativo para o Facebook. A diferença entre o Facebook pessoal e o Facebook At Work é que haveria uma diminuição de distrações aos trabalhadores, e nos feeds só surgiriam notícias relacionadas com o trabalho. Sabemos Mark Zuckerberg nada tem ingênuo e que é possuidor de uma excelente visão para os #Negócios. Com certeza será mais uma aquisição importante. Com o Facebook, Instagram, Whatsapp só fica faltando mesmo o LinkedIn.