O investimento em soluções que permitem a facilidade de pagamento pelos consumidores, através do comércio eletrônico ou presencial, é gigante. Hoje, a disseminação dos cartões de crédito e débito, paypal, pagseguro e, mais recentemente ainda, as soluções embarcadas em mobile, estão fidelizando consumidores cada vez mais conectados. A moeda é um meio de pagamento, uma vez que é utilizada na aquisição de bens e assumiu diversos papéis ao longo da história do comércio. Apareceu sob a forma de mercadoria, metálica, papel, escritural, eletrônica, virtual. Com o advento de novos meios de pagamento, além do dinheiro em espécie, surgiu o cheque, boleto bancário, transferência eletrônica através de terminais de auto-atendimento, internet e mensagens de texto por smartphone.

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Atualmente o meio de pagamento mais aquecido no mercado é o eletrônico. Lojas virtuais surgindo a todo momento disponibilizam opções de pagamento por cartão, com ou sem intermediador. As soluções de leitores de cartão de débito ou crédito, com chip ou sem chip, acoplados ao tablet ou smartphone e o uso de QR Code, são uma realidade. Em outubro de 2013, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei no 12.865, regulamentando o uso do pagamento móvel e criando a moeda eletrônica.

Preocupação com a segurança

O mercado pago lançou na última terça-feira, 19 de novembro, três opções de pagamento em lojas físicas: leitor de cartões, carteira digital (wallet) e uma tela de pagamentos que permite qualquer aplicativo utilizar o mercado pago como solução de pagamento. A carteira eletrônica também já é usada pela Apple em seu sistema Apple Pay e pelo Pay Pal. Com o iphone 6, os consumidores podem realizar transações financeiras (sem necessidade do cartão) com suas impressões digitais, utilizando o recurso Touch ID.

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Entretanto, o aspecto de segurança é tão preocupante que, mesmo com a solução do Apple pay, o consumidor precisa assinar um recibo para valores elevados.

As instituições financeiras, vítimas de muitas clonagens de cartões de seus clientes, criaram o cartão virtual, cujo número de cartão é diferente do físico. Segundo pesquisa da Trend Micro, existem cursos no mercado que ensinam como aplicar golpe online. Assim, diante de tanta novidade, se faz necessário realizar um investimento alto em soluções que protejam os usuários em suas operações eletrônicas, de forma a não ficarem reféns das inovações tecnológicas. #Negócios