Antes de começar este artigo, pesquisei sobre essa tecnologia e percebi que ela está presente em estudos médicos, tecnológicos e cosméticos também. Vamos falar aqui, mais especificamente do uso dessa tecnologia na medicina, a nanomedicina, uma área de aplicação da nanotecnologia, que mantém a promessa de proporcionar grandes benefícios para a sociedade no futuro e que vai desde tratamentos de câncer até mesmo a situações mais corriqueiras, como um corte no dedo, por exemplo.

O conceito estabelecido pelo National Nanotechnology Initiative, define a nanotecnologia como a manipulação da matéria com pelo menos uma dimensão de tamanho de 1 a 100 nanômetros. Essa definição reflete o fato de mecânica quântica cujos efeitos são importantes nesse quantum-reino escala, e por isso a definição passou de um objetivo tecnológico especial para uma categoria de pesquisa.

Hoje ela já está sendo usada como base para novos sistemas de distribuição de drogas mais eficazes e está em fase inicial de desenvolvimento, como alicerces em pesquisa de regeneração nervosa e com grandes investimentos para levar avanços em termos de detecção, diagnósticos e tratamentos de câncer.

A nanotecnologia na medicina envolve aplicações de nanopartículas atualmente em desenvolvimento, bem como o uso de nano-robôs fabricados para fazerem reparos no nível celular. Essa tecnologia já está sendo usada em produtos em sua forma passiva, como cosméticos e protetores solares. Porém, uma das primeiras aplicações da nanomedicina foi o uso de prata nanocristalino , que é como um agente antimicrobiano para o tratamento de feridas, tal como discutido no site Nucryst Pharmaceuticals Corporation.

O uso dessa primeira aplicação foi relatado no simpósio anual sobre tecnologias médicas, que ocorreu em Baltimore, no Estado de Maryland (EUA), no qual alguns engenheiros médicos estão usando fibras manométricas (com prata nanocristalino) para combater as bactérias das feridas. Depois de testar nanofibras de vários tamanhos, os pesquisadores descobriram que os germes se transferem mais facilmente para os materiais cujos diâmetros correspondem aos tamanhos das bactérias.

Essa tecnologia ainda está em fase de testes, mas imaginem só o avanço que não seriam essas nanofibras, que podem ser comparadas a um band-aid, sendo usadas para “sugar” germes e bactérias acelerando a cura da ferida? #Inovação