Facebook quer entrar nos escritórios e nas empresas. Não que não já esteja diariamente presente. Agora Zuckerberg quer entrar pela porta da frente com o convite da empresa e com a aprovação do diretor e do presidente. Sabe-se que nem sempre os chefes são bem visto pelos funcionários, pois muitos já reclamaram do acesso às redes sociais em ambiente de trabalho. Em muitos casos, as empresas proíbem acessos a sites durante as horas de trabalho.

A notícia foi divulgada pelo Financial Times. De acordo com o jornal, a empresa de Mark Zuckerberg estaria desenvolvendo um projeto chamado 'Facebook para Trabalho', uma plataforma business, que permitiria a interação e a colaboração entre colegas,  e o compartilhamento de documentos. Aparentemente, o resultado seria uma mistura de Linkedin, a rede social dedicada ao mundo do trabalho, com o Google Drive, o site da Google online, voltado à produtividade do escritório.

Trabalho e lazer estarão separados

De acordo com um relatório do Financial Times, o novo site se parece muito com o Facebook (com feed de notícias e grupos), mas os dois espaços permanecerão separados. De um lado, estará a rede profissional e documentos de trabalho, e do outro a rede com amigos, fotos do feriado, vídeos e etc. A versão escritório do Facebook, que seria parcialmente desenvolvida em Londres, já tem sido muito utilizada pelos funcionários do Facebook atual.

Conforme relatado pela revista Business Insider online, além das ferramentas mais óbvias feitas para a vida corporativa, por exemplo, mensagens; os trabalhadores também poderão fazer relatórios e enviar para o grupo fotos que mostram os lugares onde é necessária uma manutenção, por exemplo.

Já em junho de 2014, a revista digital TechCrunch tinha publicado um artigo sobre um projeto chamado 'FB @ Work', na qual Zuckerberg pretendia tornar as redes sociais mais aceitável para a vida no escritório.

Mercado de mais de 300 bilhões de dólares

Se o movimento antecipado pelo Financial Times se materializar, a rede social vai abrir as portas do mercado de negócios e, de acordo com estimativas do Gartner, só o software vai valer 321 milhões de dólares.

Por enquanto, o Facebook não comentou a notícia. Mas todas as outras grandes multinacionais da tecnologia já estão se preparando. Mas o que os funcionários pensarão disso? #Entretenimento