As mulheres já representam 45% de presença na maior rede de relacionamento para assuntos profissionais. O Linkedin, traduzido em 2010 para o português, atingiu o número de 20 milhões de usuários no Brasil sendo que 9 milhões são mulheres. O total de usuários no mundo é de 347 milhões e o Brasil foi elevado ao terceiro lugar no ranking mundial, atrás apenas dos Estados Unidos e Índia.

Mais utilizado inicialmente por usuários de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, começou a se disseminar em outras áreas profissionais nos seus cinco anos de existência no Brasil. Percebe-se que as pessoas estão recorrendo cada vez mais a esta rede e deixando atualizado o seu currículo.

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O cuidado com a imagem pessoal e postura profissional é grande e de fato os usuários respeitam o ambiente.

Diversos profissionais já foram realocados no mercado graças ao LinkedIn. Até fora do Brasil existe a possibilidade de contratação através da rede. Apesar do grande foco na carreira, não é só para buscar emprego que a rede é utilizada, tanto que dados do início de 2014 indicaram que 99,7% dos usuários não estão buscando empregos. Claro que os headhunters independentes e as empresas estão de olho nas atualizações dos profissionais de forma que possam rapidamente buscar o alvo que interessa, pois mesmo que a maioria das pessoas não esteja procurando emprego, elas estão dispostas a ouvir e estudar uma eventual proposta.

O foco nesta rede é a criação da identidade profissional. É forte a troca de experiências, permitindo a divulgação de notícias, discussões em grupos específicos e facilitando a troca de informações entre usuários.

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Muitos usuários utilizam para fazerem conexões de negócios e prospecção de clientes.

De acordo com o presidente do Linkedin no Brasil, Oswaldo Barbosa, em entrevista a Uol, "Comunidade Olhar Digital", algumas recomendações são importantes para quem quer ter uma boa presença nesta rede:

  • Manter o perfil completo, com descrição sucinta de como a pessoa é como profissional;
  • Incluir uma descrição sucinta dos trabalhos mais importantes e recentes;
  • Preencher as habilidades;
  • Inserir a foto, pois humaniza o perfil e aproxima mais de quem está pesquisando;
  • Manter as conexões apenas com pessoas conhecidas profissionalmente;
  • Ter poucas e boas recomendações de pessoas com quem já trabalharam.

O Linkedin também permite ao usuário configurar sua privacidade de dados e ser notificado quando seu perfil for acessado por outro usuário. Apesar de não concorrer atualmente com o gigante das redes sociais - Facebook - é melhor se preparar, pois Mark Zuckerberg já anunciou o lançamento, ainda em testes, da Rede Corporativa Facebook At Work para uso por empresas. É o primeiro passo para atuação no nicho profissional. #Trabalho