Mal você aprende um termo na área da tecnologia e um novo termo sobressalta como notícia ruim que chega a cavalo. Parece que iremos nos afogar em um mar de siglas, onde o SOS está perdido e demora para ser encontrado, nos deixando à mercê do perigo de sermos excluídos socialmente da geração digital, considerados como caretas.

Um novo tema

Um termo antigo, que em seu tempo representava um instrumento para calçar botas, volta a ser reutilizado no presente. Aqui, ele já foi visto e ouvido como um tratamento relacionado com a inicialização de sistemas computacionais. Mais recentemente, ele passa a ser ouvido em administração, com significado semelhante, ou seja um conjunto de atitudes e atividades tomadas para iniciar um negócio de forma independente.

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Ele ainda se destaca na área de informática onde é considerado como uma coleção de elementos e funções personalizáveis voltadas para o desenvolvimento de sites, sem auxilio externo.

A expansão em sua utilização

Logo o tema foi generalizado. Hoje ele representa, em uma visão mais ampla, medidas tomadas para que você pode fazer por si mesmo, sem auxilio externo uma determinada atividade. Com esta visão o termo logo procura a brecha aberta pela sede do setor acadêmico, por novas metodologias. Elas são propostas e utilizadas no sentido de melhorar a qualidade do ensino e aprendizagem em ambientes enriquecidos com a tecnologia. Os ambientes de ensino e aprendizagem presenciais e tradicionais andam em baixa. Os alunos não mais aceitam participar de iniciativas educacionais apenas como ouvintes que devem decorar conteúdo.

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Os pesquisadores entram em ação

Alguns pesquisadores, ainda em nível internacional, mas cujos trabalhos logo irão chegar até as plagas tupiniquins se apropriam do tema. A pergunta que não quer calar é: como esta proposta pode ser utilizada em #Educação? O tema é então considerado como de adaptação total ao setor educacional. Atualmente a aprendizagem independente e significativa adquirem um status considerado quase como um requisito sem o qual a educação não acontece no século atual. Não é outra a proposta do bootstrap em quase todas as áreas que se apropriaram do tema.

Parece um casamento perfeito. O bootstrap em educação pode, então, ser considerado como o conjunto de ferramentas tecnológicas que são colocadas à disposição de professores e alunos para que estes atores do processo de ensino e aprendizagem possam ensinar e aprender de forma independente.

O que é preciso para dar início ao processo?

O que nos resta então? Se olharmos para a cultura informática de muitos professores e de alguns alunos, ainda não totalmente integrados na geração digital, a formação permanente e continuada assume lugar de destaque.

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Estes participantes precisam receber uma alfabetização informática que se não exige que se tornem técnicos informáticos, pelo menos amplie a sua cultura geral e permita que eles saibam quais ferramentas estão presentes no ambiente e para fazer o que elas podem ser utilizadas.

Assim, quem sabe o bootstrap em educação possa vir a ser uma nova forma de ensinar e aprender com possibilidades de inovar em um tempo de incessante busca por novas metodologias.