A tecnologia incentiva novas formas de desenvolvimento de serviços e produtos que alteram a forma como os profissionais desenvolvem seus trabalhos. Para manter a compatibilidade com o tema vamos manter a nomenclatura original: uma destas novas formas denomina-se steering collaborative (governo colaborativo). Este novo paradigma é oriundo da formação de equipes altamente eficazes no mercado corporativo. Segundo esta proposta elas devem buscar a máxima velocidade possível no desenvolvimento de trabalhos colaborativos.

Como identificar estas equipes?

Você está em estresse constante? Precisa entregar tudo o que lhe pedem para ontem? Deve agregar valor ao serviço ou produto resultante? Se estiver sozinho isto pode fazer com que a perca a prudência e passe a ousar, para além de qualquer limite aceitável.

Publicidade
Publicidade

Isto é bom? Quando não há interferência externa as coisas podem ser resolvidas a contento e representar uma vitória individual de valor no mercado corporativo. Mas a possibilidade de erros aumenta e, quando eles ocorrem, vai junto o pescoço do profissional que assumiu coisas que não poderia fazer.

A aceleração proposta nesta metodologia está sujeita a ajustes contínuos. Eles permitem ao profissional superar obstáculos cada vez mais complexos. Assim são maiores as possibilidades de que as coisas deem certo. Mas não está apenas neste aspecto da questão a solução. É preciso que você saiba o que outras equipes da concorrência estão fazendo e verificar os pontos de colisão que a competitividade irá estabelecer. Elas têm o mesmo objetivo e podem ter tomado o mesmo caminho.

A sua experiência, o conhecimento do mercado, o conhecimento da organização são pitadas de sal que podem tornar o tempero mais agradável.

Publicidade

Para além do comprometimento aceitável os níveis de risco são colocados em um patamar, que se não é impossível de ser atingido, pelo menos irá exigir muito mais do profissional.

Onde entra o coletivo?

Quando o número de desafios é grande, principalmente em mercados de elevado risco (o mercado de ações é um bom exemplo) a formação de equipes eficazes é recomendável. Quando você tem outras pessoas com quem dividir a responsabilidade e unir os esforços, diminui o fator de risco envolvido. Assim o trabalho em conjunto entra em cena. A colaboração entre pessoas em busca de um objetivo comum, mostra a sua cara e a eficiência. Desde que esta união tenha sido cuidadosamente trabalhada.

Porque adotar esta ideia?

Para se manter competitivo no mercado. Mas este não é o único objetivo. Ao aumentar o risco enfrentado e tentar melhorar os procedimentos de processos manuais e de utilização do ferramental tecnológico, o que antes era informação fragmentada, passa a ser organizada.

Publicidade

Esta providência pode transformar informações fragmentadas e pouco confiáveis, em informação trabalhada pela equipe, com maior possibilidade de dar sustentação às decisões estratégicas dos altos escalões.

Este processo deve ser tentado e você pode sugerir a sua utilização ao dar para equipes de trabalho, não importa em que área, a capacidade de operar de forma independente, de se auto governar e ter uma visão mais aprimorada sobre a estratégia e visão holística do negócio, e das prioridades de desenvolvimento.

Se você estiver para ser escalado para equipes altamente competitivas, pare e pense um pouco em utilizar esta ideia para que seu trabalho e da equipe possam produzir serviços ou produtos de elevada competitividade no mercado. Não perca tempo. #Negócios #Educação