Aos poucos as organizações passam a reconhecer a importância da mobilidade e as possibilidades que ela pode trazer para o aumento da produtividade de funcionários, ainda que alguns problemas possam ser incluídos na agenda dos obstáculos colocados para a utilização de novas tecnologias. A este fenômeno o mercado nomeia de forma particular como consumerização. Ele sugere novas práticas e novos cuidados.

O que as organizações modernas acham disso?

Ainda existem organizações que proíbem a leitura de e-mails durante o horário de serviço. Nestas organizações ainda prevalece uma visão diferenciada no relacionamento entre patrão e empregado.

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Ele lembra o chão-de-fábrica que se julgava distante do perfil de organizações aprendentes. Este é um perfil que aos poucos está sendo alterado. As redes wi-fi e bluetooth estão agora, instaladas em praticamente todos os escritórios. Mas na mesma medida em que dão acesso ao ambiente externo e podem facilitar a obtenção de informações aos seus colaboradores, dão ao mercado a possibilidade de acessar informações confidenciais.

O que pensa disso o profissional do conhecimento?

Há preferência dos profissionais por empresas que atuam em consonância com as mudanças do mercado. É necessário aceitar a miniaturização dos dispositivos móveis. O acesso à computação em nuvem distribui espaços que as pessoas levem e tragam seus dados de qualquer lugar para qualquer lugar. Profissionais que utilizem estes recursos para qualquer atitude contrária às determinações destas organizações serão eliminados pelo próprio mercado de #Trabalho.

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Isto é bom ou é mau?

Se você pode aumentar sua produtividade e tomar de forma ágil decisões estratégicas importantes é um benefício para a organização. O aumento de competitividade é o resultado da adoção de um posicionamento mais de acordo com o mercado. Mas quando leva-se em consideração a abertura das portas e janelas da organização para o mundo exterior, o reverso da medalha pode ser observado.

A organização corre riscos que não teria sem esta abertura. A utilização livre de tablets, notebooks e iphones, deve ser submetida a toda uma série de cuidados que devem ser tomados pelos dispositivos de tecnologia da informação. Assim, coisas boas convivem com coisas más. Ambas podem ocorrer. A primeira deve ser incentivada, a segunda deve ser evitada cercando de cuidados a adoção deste posicionamento por parte da organização.

O que a organização deve fazer

Parece ser inegável, então, que frente à inevitabilidade do fato, a organização precisa deixar de se preocupar com a permissão ou proibição da consumerização, considerando este aspecto como fato consumado.

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A partir daí deve haver concentração de trabalhos no controle e proteção de suas redes internas. Sem considerar aspectos legais que podem surgir, o importante é reconhecer que este é um fato que se torna corriqueiro. A interação cada vez maior entre o homem e os dispositivos digitais não pode mais ser detida, mas invasões e ataques à privacidade podem ser evitados. #Educação