Mudanças didáticas e pedagógicas são contínuas. Atitudes e comportamentos dos agentes educacionais são alterados. Pesquisas sobre novas ideias pedagógicas ocorrem em base diária. O objetivo é melhorar a atividade de ensino e aprendizagem. A mudança do mobiliário escolar, abordagem que pode parecer nada ter a ver com melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem, entra em cena. É interessante conhecer o resultado de uma das primeiras experiências desenvolvidas.

O ambiente de sala de aula tradicional!

O estudo do mobiliário escolar se inclui no folclore muitas iniciativas falhas. O ambiente de sala de aula tradicional se repete.

Publicidade
Publicidade

Há uma história contada por Papert, lá pelos lados do MIT - Massachussets Institute of Technology. Ela relata a surpresa de pesquisadores, como viajantes para um futuro distante. Quando lá chegaram, o único ambiente reconhecido foi o de uma sala de aula que permanecia imutável, apesar das centúrias já passadas no tempo.

Mudar o mobiliário pode levar a melhoria na educação?

A maior ou menor beleza estética não importa neste momento. Há dois aspectos que sobrepujam esta linha de pensamento: a saúde dos usuários que obriga a prever o mobiliário tradicional como alternativa para pessoas que apresentam algum problema de coluna ou qualquer outro que impeça a efetivação da proposta de mudança. Há um segundo aspecto que nos interessa mais de perto. Ele diz respeito à possibilidade de melhoria da qualidade em #Educação.

Publicidade

O campo de estudo está centrado. Ele focaliza a avaliação da aprendizagem para verificar se ela se torna ativa e participativa. O propósito é evitar a continuidade de uma lastimável situação. Alunos passivos recebendo uma série de informações não verificadas, tampouco estudadas, sobre conhecimentos prontos e acabados. A alteração da configuração da sala de aula e seu mobiliário torna possível alterar esta situação.

Um alerta para os pesquisadores é necessário: é preciso dar a estes estudos a importância que ele merece e não o encarar como uma brincadeira. Há pessoas e empresas sérias em busca de alternativas com propostas de mobiliários de sala de aula flexíveis e inovadores. Os elementos de comparação devem prever, na mesma sala de aula ou pelo menos na mesma escola: ambientes tradicionais; ambientes em transição com móveis que podem ser alterados com oportunidade de retornar à situação anterior ou ser submetido a nova situação; ambientes onde as mesas de estudo ou carteiras escolares adotem a linha radical do mobiliário em pé.

Publicidade

Os poucos estudos ainda desenvolvidos e seus resultados que podem ser aproveitados de forma positiva são a razão para este trabalho estar em destaque. Resultados obtidos no Brooklin Technical High School, recentemente divulgados, constatam que os alunos:

  • Participam mais ativamente das discussões;
  • Terminam em tempo menor as suas atividades;
  • Não demonstram resistência quando a proposta é intermediária com possibilidade de mudança de altura das mesas;
  • Sentem o ambiente de sala de aula mais agradável;
  • Diminuem a monotonia do mesmo ambiente repetido todos os dias.

São primeiros resultados importantes e com relacionamento possível com o aumento da qualidade do ensino e aprendizagem. São aspectos que orientam a continuidade e aumento do número de pesquisas sobre o tema. #Opinião