No começo, existiam as nuvens privadas que eram contratadas por pessoas interessadas em elevado grau de segurança e que não se importavam nem um pouco com o salgado preço destas tecnologias. Existiam e ainda existem as nuvens públicas, onde pessoas com menor poder aquisitivo ou ligadas a atividades de pesquisa, ensino e aprendizagem podiam navegar e efetuar seus testes.

Agora surge, para atender a todos os gostos, a computação híbrida. Servidores que mesclam Angorás e Persas no mesmo saco de gatos.

Quais as preocupações que justificam cuidados

A consequência natural do aumento do número de usuários leva a um aumento de acessos por minuto.

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Assim, a primeira preocupação é a manutenção da velocidade com uso de aumento de banda. A presença de elementos públicos traz preocupação com os gastos: nas redes hibridas é preciso economizar.

Para os cidadãos comuns, possivelmente tudo isto vai fazer nenhuma ou pouca diferença. Mas para o mercado corporativo, a possibilidade de utilizar recursos de nuvens públicas sem ter aumento significativo de gastos pode fazer uma grande diferença. 

As atividades demoradas ou complexas continuam na região privada dos datacenters. Aplicações mais simples e menos suscetíveis de causar grandes prejuízos, tal como os serviços de e-mail, podem ser colocadas em nuvens públicas, onde uma única organização pode gerenciar recursos de um grande número de pequenas outras empresas de médio ou pequeno porte.

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Um potente firewall que controla acessos é o principal diferencial entre as nuvens privadas e as nuvens públicas.

O que mais importa nisto tudo?

Alertar para os aspectos que devem ser analisados com maior cuidado: governança, segurança e conformidade, com maior destaque para as redes privadas. Quando uma organização qualquer opta por utilizar uma rede hibrida, os serviços menos sensíveis a atividades de perda de privacidade e segurança ficam na parte privada e os demais na parte pública, o que permite aumentar o número de pontos de contato da organização com o público externo.

A computação em nuvem corporativa deve estar quase que totalmente apoiada na utilização de rede híbridas com a criação de um ambiente unificado de suas aplicações. Quem trabalha com a computação em nuvem deve acompanhar a sua evolução que, neste ano de 2015, ainda deve ter outros desdobramentos. E deve-se ficar atento a aplicações educacionais e 3D em conjunto com realidade virtual. #Educação