Começaram o ano de 2015 com o pé direito. Os artigos que foram enviados para o grande congresso sobre as cidades inteligentes impressionam. Ele será na Índia em maio. A coisa promete e essa grande promessa é a criação de soluções inteligentes para um amanhã melhor (o slogan de chamada). Os temas se relacionam com o governo inteligente, a utilização inteligente da energia, o transporte inteligente, as comunicações inteligentes e outras inteligências. Parece que o acordar tardio da humanidade para o final de seu planeta deixou todo mundo em situação de estresse tecnológico.

Todos querem colaborar, mas muitos não sabem como.

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A conferência indiana também promete ensinar a todos, tudo o que é necessário para iniciar a sua horta caseira no meio de uma floresta de arranha-céus. Os expositores prometem caprichar na exposição. O governo promete investir em cidades inteligentes. Ao lado de imagens de Buda, você poderá encontrar algum painel solar captando energia e enviando para baterias que irão economizar recursos do planeta.

Para uma população de 1,27 bilhões de pessoas, e em crescimento, é uma necessidade, a mesma que existe para um planeta com mais de 7 bilhões de habitantes e que, segundo os pesquisadores, não suportará mais que 16 milhões, de acordo com os padrões atuais que devem ser modificados. Antes que o final dos tempos chegue para a Terra, o planeta vermelho - Marte - estará esperando os mais ousados, alternando temperaturas variáveis entre -133o e +27 o graus centígrados.

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O convite está feito. Cabe a você convencer sua empresa a enviar uma comissão formada por colaboradores para, no retorno, efetivar a responsabilidade e autoridade social da organização moderna. Ela anda em baixa e reclama a presença dos institutos. Esses, depois que fizeram a fama, parece terem deitado na cama, com diminuição das iniciativas e cobranças. Os políticos que vão fazer cursos, que nunca foram dados, e aproveitam para curtir as maravilhosas visões das cataratas (antes que elas acabem) bem que poderiam ser enviados para o congresso e, na volta, trazer soluções que possam ser aplicadas em favor do planeta.