Muitas pessoas têm uma imaginação fértil. Porém, poucas seriam capazes de imaginar, há pouco tempo, que uma impressora iria produzir os seus alimentos com cores e formas, tais como desejadas pelo comensal. A população mundial aumenta cada vez mais apesar dos controles cada vez maiores que diminuem as taxas de natalidade no mundo. Os apocalípticos preveem a catástrofe para o ano de 2050, mas até lá, quem sabe as coisas mudem. A tecnologia está cada vez mais evoluída. Os anéis verdes nos grandes centros urbanos não serão capazes de atender a demanda por alimentação.

Os cientistas depõem em campo. Richard Archer é um destes abnegados, mas que é esconjurado por aqueles que leem seus artigos e postagens, nos quais transforma tudo em proteínas e nutrição equilibrada, distante daquela costela que pinga e reacende o fogo, pronta para entupir artérias de quem as devora, geralmente sem nenhum controle.

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Como criar produtos processados, de fácil transporte, nutrientes e, principalmente que despertem a gula das pessoas em imagens diferenciadas e atraentes, é a pergunta que circula entre os cientistas. O que o comum dos mortais logo imagina? Os astronautas, deglutindo aquelas massas informes criadas pela NASA.

Finalmente, os esotéricos vão sentir-se felizes, o veganismo deverá vencer e os animais finalmente serão deixados em paz. O consumo de carne dará lugar à ingestão de proteína de origem vegetal.

O uso de impressoras 3D para impressão de alimentos é uma ideia que conquista seu lugar ao sol. Imagine criar invenções culinárias a partir de uma mistura de diversos pós e escolha de um projeto na tela, que irá deixar a massa produzida com a aparência de uma deliciosa pizza napolitana.

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Tudo isto de acordo com as regras da bioatividade.

O sonho dos astronautas que da janela que dá vista para o universo inescrutável, saboreia um delicioso hambúrguer de costela, recém impresso, com a aparência de um Mcdonalds, daqueles que dá água na boca, parece cada vez mais próximo de ser realizado. Corram para a cozinha, o apito da impressora, o novo brinquedo tecnológico, indica que os biscoitos de chocolate estão prontos.