Desde 2011 os estudos e utilização da estratégia BYOD (Bring-your-own-device, algo parecido com - traga o seu próprio dispositivo) chegam ao início de um novo ano. Ele traz a perspectiva de uma utilização extensiva desta abordagem. Foi o que levou a Google a lançar o Android for Work, para atender a este segmento reforçando a supremacia de seu sistema operacional. Consideram, os desenvolvedores de aplicativos, que é chegada a hora de muitas aplicações desktop serem processadas, pelo menos parcialmente, nos pequenos notáveis, com softwares espalhados pelas diversas nuvens existentes a grande rede.

Uma estratégia esperada e natural

A evolução nas vendas dos dispositivos móveis, com destaque para os smartphones, seguidos dos tablets, criou um novo tráfego de dados corporativo que desenvolvem acesso a informações críticas da empresa.

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A partir daí, foi natural a tomada de cuidados com aumento do controle efetuado pelos gestores e softwares de segurança da rede. Há empresas nas quais 50% de todos os colaboradores utilizam o trabalho remoto. As tendências indicam que este número deve aumentar. Parte destes equipamentos é pessoal dos funcionários. Outra parte, ainda a menor parte, de equipamentos cedidos pela organização aos colaboradores. A intenção é que sua utilização venha a racionalizar o trabalho e melhorar o atendimento.

A partir daí, surgem diversos aplicativos que fecharam os anos de 2012 e 2013, com uma grande elevação dos números absolutos de aparelhos dentro das organizações. Em 2014 não foi diferente e, segundo o relatório Webshoppers, a venda de móveis acompanhou um aumento próximo de 30% de crescimento apresentado no e-commerce.

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Para 2015, como resultado de diversos estudos ROI (Return of investment - retorno do investimento) que chegaram a números que consideram haver grande economia com a plataforma BYOD, o investimento das organizações neste segmento deve crescer, bem como o aumento da utilização por usuários comuns.

Surge no mercado uma nova faixa de profissionais que é denominada como sendo de "mobilidade primária". Isso significa que eles utilizam os dispositivos móveis em 100% de suas atividades. Com eles a utilização dos laptops cai. Eles são substituídos por tablets ou smartphones. Junto com o sistema operacional da Google, a IBM desenvolveu plataformas de controle de segurança e continua a desenvolver toda uma série de aplicativos voltados para funções administrativas.

Esta utilização tem um forte aliado: a expectativa de melhoria de produtividade dos colaboradores e das vendas efetuadas. Estes dispositivos são considerados ideais para atendimento pós-venda, que permitem antever um relacionamento mais próximo e a recuperação da fidelização do cliente à marca, perdida com a evolução do mercado e o extremado nível de competitividade que ele apresenta. Resta esperar para confirmar mais esta expectativa do mercado para 2015.