Empresa respeitada pelo grande legado ao mundo da informática - criadora do revolucionário walkman e o campeão de vendas, playstation - a Sony, maior conglomerado de mídias do planeta, vem enfrentando uma difícil crise financeira, crise esta que está fazendo com que a empresa repense o segmento de mercado que irá seguir.

Desde 2013, a Sony passa por uma profunda crise financeira que já rendeu um considerável prejuízo, a multinacional fechou o ano fiscal de 2014 com prejuízo de US$ 2,1 bilhões de dólares e já calculam um prejuízo de US$ 1,1 bilhão para o ano de 2015. Em função da crise, a Sony não descarta a possibilidade de abandonar os segmentos de TVs e Smartphones.

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A principal motivação de exterminar os aparelhos de tais segmentos é a falta de competitividade que os produtos da Sony tem no mercado, os smartphones não conseguem entrar no "páreo" com as grandes empresas Samsung e Apple. Os televisores da linha Sony Bravia vem cada dia mais perdendo seu espaço para as Smart TVs da Samsung e LG.

Para tentar reequilibrar os balanços, a empresa começou uma grande venda de ativos; já vendeu seu QG nos Estados Unidos e colocou a venda sua sede em Tóquio, que tem o valor estimado em 15 bilhões de Ienes. Entretanto, a medida mais polêmica até agora foi o anúncio feito pelo diretor executivo, Kazuo Hirai, afirmando que a empresa não descarta abandonar o segmento de smartphones e TVs caso for necessário para amenizar a crise.

Contudo, não é o fim. A empresa afirma que continuará investindo nos segmentos e fazendo o possível para mantê-los no mercado, mesmo se as vendas cair 30%.

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Embora a Sony continue trabalhando com esses produtos, eles não serão mais prioridades da empresa, que pretende focar em seus dois segmentos mais lucrativos: o PlayStation, PlayStation Network e sensores para câmeras digitais.

Ainda vale a pena comprar um Smartphone da Sony?

Sem sombra de dúvidas os smartphones da Sony são aparelhos incríveis, com diversas conectividades com outros produtos da marca. Não há motivo para alarde sobre o futuro dos smartphones, dado que a empresa afirma que irá insistir no segmento e só irá deixar de lado em extrema necessidade. O que resta é esperar pela estabilização da empresa e torcer para uma vida longa aos Xperias. #Negócios #Android