As coisas acontecem tão rapidamente na área da tecnologia que não há praticamente mais tempo para que as pessoas troquem de tecnologias, como trocam suas camisas. Há uma grande má vontade contra o correio eletrônico depois que spammers (invasores com comunicações não autorizadas de finalidade comercial) começaram ofensivas que deixam as caixas postais cheias. Muitas vezes com receio de jogar informações importantes fora, alguns usuários acabam por ler um monte de coisas que não lhes interessam sobre as quais eles não pediram para se manter informados.

Não são poucas as pessoas que consideram que o e-mail está morto. O sonho da caixa de entrada zero é muito forte e impulsiona a que este fato possivelmente venha a acabar em um tempo não muito grande.

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Hoje ele é algo que praticamente todo mundo usa, e também, provavelmente algo que todas as pessoas odeiam. O problema maior é com a transferência de arquivos. Além de causar tráfego na rede, muitos provedores limitam tamanho e forçam os usuários a utilizarem aplicativos externos colocados ou não na nuvem (pior para os primeiros que tem que serem instalados).

Uma proposta que praticamente todos os analistas da evolução tecnológica colocaram, foi que no ano de 2015, possivelmente pelo menos a utilização de anexos em e-mails teria um final feliz com a sensação do dever cumprido. Apesar que o envio de anexos via e-mail seja a melhor forma de trocar informações, os ataques a ele trouxeram as pessoas para o lado de cá e todos querem que ele desapareça. Ainda que seja a mais fácil, nos dias atuais não é a mais conveniente.

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Há uma série de implicações de segurança que podem influenciar a opinião das pessoas. Serviços tais como Dropbox e Whatsapp podem vir a serem as sementes de uma seara que em seu desenvolvimento faça com que anexos em e-mails, em uma primeira instância e, o término da utilização de e-mail, venham a acontecer.

Se for para mudar para algo melhor, os analistas acreditam que estas previsões possam acontecer. Para as pessoas resta olhar para o problema, decidir de que lado está, para saber se irá sorrir alegre ou chorar desconsolado. Parece que este caminho é definitivo. #Mídia