Uma nova versão alterada da tecnologia streaming de músicas da Apple já está com a bala na agulha, pronta para ser disparada junto com o lançamento do ioS 9, o novo sistema operacional ou como uma expansão da versão 8.4 que vai anteceder o novo sistema. O serviço lançado pretende corrigir eventuais falhas e superar pontos positivos que apresenta o produto atualmente à disposição dos usuários, além de concorrer com algumas empresas novas que ameaçam tomar conta do mercado. Ainda é um mercado que movimenta milhões de dólares e enfrenta a pirataria com preços cada vez mais baratos.

O serviço deverá ter um custo aproximado de 8 dólares por mês, que representa uma economia com relação a outros concorrentes (Spotify, Rdio, Google Play music e outros).

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A sua integração no iTunes será total e novos aplicativos estarão disponíveis para iPhone, iPad e iPod Touch. Ele estará disponível na esperada TV de alta definição da mesma companhia e terá versões para Androide, superando um antigo erro de esquecer aquele sistema que está no maior número de celulares.

Trent Reznor, considerado no momento como o profissional que tem papel de destaque na criação do novo serviço de streaming da Apple, no comando da Beats Music, comprada por 3 bilhões de dólares no ano que passou. Esta negociação praticamente dá o direcionamento que a Apple irá utilizar em seu novo serviço. A mudança de estratégia será a maior que a área de músicas da Apple nos últimos anos. Enquanto a versão final do produto não é lançada, algumas aplicações são desenvolvidas visando aproximação com sistemas Android.

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Um dos apoios que a Apple utiliza como justificativa, aponta que a área de streaming teve um crescimento de pessoas que antes optavam pela escolha de baixar os conteúdos e agora dão preferência ao streaming.

A briga esperada será com o Spotify empresa com menos tempo no mercado, mas que já causou muita dor de cabeça. Como não dá ponto sem nó, está previsto o envolvimento com outros serviços oferecidos pela Apple, como se prevê com o favorecimento que será dado ao iTunes Rádio que deve ter sua programação adaptada aos ouvintes de mercados locais e colocar lançamentos antes que outros serviços de #Música também tenham acesso a eles. Como sempre quando se trata da Apple, o negócio é esperar e enquanto isto curtir a sua subsidiária para ter algumas dicas do que poderá acontecer.