O panorama nas lides da formação profissional revela que analistas que trabalham com #Educação corporativa estão em busca de melhoria para seus programas de formação de pessoas. De simples treinamentos, a pretensão de sua transformação em programas educativos encontra eco em dois pesquisadores (Bob Lee e Jim Recker). Eles resolvem orientar este fascinante mercado (de retorno garantido) para utilizar ferramentas sociais e colaborativas com a finalidade específica de reduzir custos operacionais e melhorar a retenção e aplicação da aprendizagem. A proposta tem peso para vencer o fator resistência normal devido ao medo que muitas pessoas têm medo de mudanças em procedimentos e métodos de trabalho.

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O conteúdo gravado ganha destaque (videocast). O material diferenciado (com uso da ludicidade possível) é sugerido. Ambientes responsivos e projeto voltado para smartphones, com uma nova linha de aplicativos educativos (seara inexplorada). Tudo isto, colocado na nuvem, faz com que os mochileiros que carregavam livros para baixo e para cima não mais fiquem com ombros arqueados. O celular está no bolso da camisa de onde o logotipo da fornecedora é mostrado com orgulho.

O desafio que os pesquisadores encontraram foi responder ao questionamento: 'Será que este modelo pedagógico se aplica na aprendizagem da área de negócios?' O resultado obtido por estes pesquisadores colocou os departamentos que cuidam, com maior ou menor carinho, da valorização do capital intelectual, de cabelos em pé.

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O montante de economia pode permitir, com a manutenção do mesmo orçamento, antever a multiplicação de cursos. A associação da aprendizagem rápida (rapid learning) pode provocar ainda maior retorno.

Desta vez, quem está por trás da proposta não é o novo estagiário do departamento de gestão de pessoas. A proposta vem com o peso de dois dos mais conceituados projetistas de cursos para o mercado corporativo e que desenvolvem programas para grandes corporações em nível internacional. Em termos de benefícios transformar a organização em uma escola e, de forma consequente em uma organização aprendente, com propostas de valorização do capital intelectual não representa pouca coisa.