A oferta de infraestrutura na nuvem irá trazer grandes benefícios, principalmente para pequenas e médias empresas, que ao utilizar estes serviços em pagamento por demanda (somente por aquilo que realmente utilizar) poderão desfrutar das tecnologias de ponta e de serviços de hardware, software e segurança garantida. Contratos SLA - Service Level Agreement rigorosos irão garantir que do lado do cliente, os técnicos possam dormir tranquilos. Alguém estará velando pelo funcionamento da estrutura, pela mensuração de sua eficácia e rapidez, e pelo trabalho de análise heurística desenvolvido por especialistas para garantir a usabilidade.

A utilização do hardware físico oferecido pela Google nesta proposta IasS - Infrastructure as a Service permite a utilização de cargas de serviço sem importar a quantidade que o cliente irá utilizar.

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Esta infraestrutura é formada por um número variável e escalável de máquinas virtuais (Virtual Machines) que servirão como grandes clusters de computação, que são gerenciados através de uma API Restful ou uma interface de linha de comando (CLI) ou ainda por um console Web. A forma pay-per-use facilita a que pequenas empresas compartilhem serviços nesta infraestrutura, sem a necessidade de gastos elevados para sua manutenção.

Uma das primeiras aplicações é a oferta de serviços de Ambientes Virtuais de Aprendizagem para a educação, na qual qualquer faculdade, não importa seu tamanho poderá utilizar toda a infraestrutura necessária para envio de sinais a distância para oferta de vídeos ou videoconferência e desenvolvimento de interação no ambiente virtual. O serviço vem competir diretamente com a Amazon EC2 (Elastic Compute Cloud) e Microsoft Azure.

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Ao permitir o balanceamento de carga a racionalização do serviço pode ser controlada e podem ser utilizadas as imagens próprias do sistema do cliente para as maquinas virtuais personalizadas. A criptografia utilizada é eficiente e a garantia de privacidade e confiabilidade da na informação e garantia de sua segurança estão garantidos. #Mídia

O serviço GCE permite que os administradores selecionem a região e zona os recursos de dados serão armazenados e utilizados. Atualmente, o GCE tem três regiões: Estados Unidos, Europa e Ásia. Cada região tem duas zonas de disponibilidade e cada zona suporta processadores Ivy Bridge quer ou Sandy Bridge. GCE também oferece um conjunto de ferramentas para administradores de redes avançadas para criar a nível regional. Basta conferir e utilizar, o serviço está pronto para implantação imediata, mas sempre é bom dar uma olhada na concorrência, ela se torna cada vez mais acirrada, em benefício dos usuários.