Notícias divulgadas nessa segunda-feira, 16, dão conta de mais uma briga entre o Twitter e seus usuários. Aos poucos elas se tornam cada vez mais frequentes e não estão relacionadas com imposições que algumas pessoas colocam, na intenção de instalar a censura na grande rede. No mundo da tecnologia neutra e de usuários fanáticos tudo é possível. O Twitter reage contra partidários do Estado islâmico (IS - Islamic State), mas ainda não retirou do ar a página que eles utilizam (#OpIsis).

Alguns ativistas fanáticos lutam para retirar outros usuários do ar, mais especificamente um grupo hacktivista anônimo, que tem como alvo dezenas de sites e contas de localidades nas redes sociais.

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Os partidários do Estado Islâmico (IS) tem como finalidade efetuar o recrutamento de jovens. Principalmente esses, que dentro de sua ingenuidade, não conseguem alcançar com sua visão, que a solução para os graves problemas do mundo não está na guerrilha. Eles se tornam presas fáceis para pessoas mal-intencionadas que buscam arregimentar novos guerrilheiros.

'Mais alguns jovens para explodir na frente de locais onde haja grande aglomeração de pessoas, com o propósito de causar o maior número de vítimas'. O detalhamento da notícia revela que um grupo de ativistas online lançou uma lista de contas, na esperança de pressionar o Twitter para banir do site os usuários nela contidos.

Os terroristas que chamam a si próprios de Estado Islâmico (IS) são rejeitados pela própria comunidade muçulmana.

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Ela não os julga como tais. As exortações colocadas contra o Twitter ameaçam a derrubada de sites, contas, e-mails. O ciberterrorismo ganha as manchetes das páginas de jornais. Eles querem colocar em ação a ameaça que lançaram no Twitter há pouco tempo: "A partir de agora, não há mais lugar seguro para você no ambiente online". Se você for contatado por algo parecido com #OpISIS saia de perto. Segundo o Hacker News, o Twitter já suspendeu mais de 1.500 contas e, a partir da investida de hoje, deve aumentar esse número, apesar de não querer atuar contra o grupo. #Mídia