Diretamente do Batten Institute University of Virginia Darden School of Business para o mundo uma notícia, cuja leitura para muitos pedagogos, representa um momento de tristeza: a educação americana está matando a criatividade e o empreendedorismo nas crianças. Para países em desenvolvimento, que seguem os modelos da educação americana, nada mais desalentador. Para eles a criatividade, capacidade de inovação e espírito empreendedor são as únicas oportunidades para que eles se afirmem em um quadro mundial de crise financeira.

Os alunos desaprendem como resolver problemas, buscam na grande rede soluções fáceis, vão para suas salas de aula como se estivessem fazendo uma viagem a um passado remoto.

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O mercado mundial olha assustado para estas pesquisas, em meio a uma transformação que não mais permite previsões que excedam o ano em andamento. Não se sabe o que vai acontecer. Parece que todos esperam um Tsunami, que vai acabar com milhares de pessoas.

Kyung Hee Kim, professor no nível k-12, obtém resultados assustadores na aplicação dos testes Torrance de pensamento criativo. Ele apresenta um perfil de criança menos emocionalmente expressivo, menos enérgico, menos falante, verbalmente inexpressivo, menos imaginativo, menos convencional, menos viva e apaixonadamente envolvido com as coisas, menos perspicaz, menos apto para concatenar as coisas e de sintetizar. É necessário atenção às graves consequências que isto pode ter para o futuro.

Ninguém ousa esperar uma resposta simples para a pergunta que não quer calar: por que isto está acontecendo? Quem tenta responder é a psicologia de conformidade social.

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Reformas são necessárias. Quem irá fazê-las? Se lá, onde há dinheiro para educação, as coisas estão assim, em locais onde os investimentos em educação inexistem como estarão as coisas? Alguns não querem comentar o assunto. Ignorar um modelo voltado para industrialização e procurar novos modelos voltados para a sociedade do conhecimento, da geração digital, parece ser a solução. Com relação a mudanças, é preciso fazer ecoar novamente a afirmativa: "Sim, nós podemos". Ela já foi usada com sucesso na eleição de um presidente. Quem sabe funcione para proporcionar mudanças necessárias na educação.