O terrorismo parece não ter hora e lugar. Ataca pessoas inocentes e ainda posa seus correligionários como mártires da revolução. É uma situação cada vez mais insustentável aquela provocada pela Sociedade Islâmica, que a todo o momento desafia a sociedade ocidental, por quem nutre ódio mortal. Os atentados se sucedem a ponto de se tornaram banalizados e até se chegar ao absurdo de passaram despercebidos, ou recebendo pouca atenção.

Pessoas que têm algum familiar pelos lados da Nigéria, todos aqueles que são contra o terrorismo, uma das atividades mais criticadas, não importa qual seja a justificativa que seja utilizada para seus atos tresloucados, estão mais tranquilas.

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Sentimento provocado pela notícia que o grupo terrorista Boko Haram será exterminado. Quem garante isto é o presidente nigeriano Goodluck Jonathan. Ele afirma que os dias dos militantes islâmicos estão contados. A afirmativa é categórica e parece não suscitar dúvidas que esta será uma ameaça cumprida.

A recuperação de territórios ocupados pelo grupo terrorista devem retornar à posse e controle do governo, segundo as notícias, em período não superior a quatro semanas. A própria indignação com a existência desta aberração, somada a um desejo dos americanos em destruir a sociedade islâmica (IS - Islamic Society) e com a revolta acumulada por ataques no vizinho Chade e em Níger e Camarões, levou a situação a um ponto insustentável. Não resta mais apoio internacional a este grupo terrorista e parece que seu fim está decretado.

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A reivindicação da ação dos grupos militares parte da própria população. Há um pequeno senão, destacado ao final da notícia e que pode reforçar ainda mais a intenção do governo, que assim teria dois pontos de sustentação, duas justificativas para esta ação em tempo tão curto.

O presidente Jonathan vive em clima de eleição e parece que ele não está muito bem cotado. Uma vitória contra os terroristas nestas condições poderia ser muito bem-vinda e recuperar o seu prestígio político em um processo muito grande de instabilidade política.