O custo baixou e, o que já era atraente, a velocidade de processamento, se tornou acessível a ponto de praticamente todos os profissionais que trabalham com a tecnologia terem aderido a esta nova forma de armazenamento. Para algumas organizações é preciso um estudo preliminar que indique se está ou não na hora dela utilizar esta tecnologia.

O armazenamento híbrido ganha adeptos em todas as camadas das organizações. As matrizes híbridas apresentam uma primeira grande vantagem na velocidade na qual as copias (backup) dos dados de importância podem ser desenvolvidas o que torna fácil a movimentação entre dados de diferentes tipos de armazenamento.

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A restauração ganha diversas facilidades e controladores que permitem um gerenciamento seletivo que pode diminuir ainda mais a cópia, restringindo a atividade à reposição de arquivos que foram atualizados deste a última cópia.

A virtualização é favorecida; há a redução de latências nos aplicativos de bancos de dados de armazenamento intensivo; há redução no armazenamento para implantação de infraestrutura de desktops virtuais. Se estas vantagens puderem ser obtidas, indicarão um bom caminho para migração. Mas, qualquer distorção nestas atividades deve indicar que a ideia seja adiada até que condições melhores venham a vigorar.

A recomendação de utilizar redes privadas para implantação de matrizes híbridas pode vir a ser um limitador. Sistemas que mudam os dados com alta frequência exigem sistemas gerenciadores eficazes: a troca pode esbarrar na qualidade do gerenciador.

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Como é a demanda de armazenamento, há muitos espaços vazios deixados na infraestrutura: esta é outra limitação importante. Se a necessidade de armazenamento é pequena não há sentido em migrar apenas para aproveitar a tecnologia existente.

O principal fator, porém, continua sendo a velocidade e produtividade do negócio, este segundo fator faz com que muitos sequer façam uma análise de custo e benefício, considerando que ele é um fator que se sobrepõe a todos os outros. Assim, resta para quem irá tomar a decisão analisar estes aspectos e não migrar de forma precipitada para uma tecnologia que é melhor, mas pode ser desnecessária.