Em qualquer empresa moderna, as mudanças intempestivas às quais está sujeito o mercado contemporâneo torna necessário coletar um grande volume de dados. Eles são transformados em informação não estruturadas e armazenadas. Na sequência, são transformados em informação estruturada. Ela permite maior segurança na tomada de decisões. Esta análise, que torna a informação estruturada, ocorre em três níveis (descritivo, preditivo e prescritivo). Para melhor compreensão é necessária uma explicação adicional.

A análise descritiva tem como objetivo explicar os fatos presentes ou passados com a geração de relatórios úteis para a gestão e melhoria dos processos de uma empresa.

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Perguntas típicas respondidas pela análise descritiva: qual foi nosso custo da última campanha de marketing e quais os resultados?.

A análise preditiva observa o comportamento de algum sistema, tal como um nicho de mercado, e a partir daí cria modelos que permitirão prever como o sistema irá se comportar. São perguntas típicas: qual a reação da geração digital frente à evolução dos móveis? O que farão as gerações anteriores?

A análise prescritiva apresenta sugestões de decisões com seus respectivos efeitos esperados, levando o poder da análise a profissionais que não precisam ter conhecimento estatístico profundo. Por exemplo, um modelo pode oferecer algumas alternativas a partir das mudanças que irão atingir a moda em 2015 e oferecer alternativas.

Uma análise descritiva fornece ao analista explicações sobre o que aconteceu.

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Já a análise preditiva traz consigo, após transformações, dados para informar e recomendar uma ação. A análise prescritiva é então o resultado da programação de dados gerenciais e dos grandes sistemas de informação gerenciais para que seja possível recomendar ações aos setores estratégicos e que tomam decisões na empresa.

O grande volume de dados a ser processado transfere para os sistemas computacionais instalados na empresa a tarefa intensiva e complexa de criar e utilizar algoritmos complexos, otimização estocástica, mecanismos de recomendação e teoria dos jogos. Na soma de todos estes processos, já individualmente complexos, se tem um panorama de complexidade ainda maior na área da análise de #Negócios que torna montar os armazéns de dados função prioritária na empresa.

É preciso que não somente o departamento de TI esteja atento a esta necessidade, mas que os setores de marketing e comunicação da empresa estejam em sintonia com o processo de gestão da tecnologia da informação, com elevado preparo individual, para enfrentar uma área com tal nível de complexidade.

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Como quem irá mexer com resultados está ligado diretamente ao comando da empresa, toda a complexidade deve ser oculta e interfaces gráficas em diagramas e texto resumido e objetivos devem ocultar toda esta complexidade.

Um exemplo possível de tornar a área de mais fácil compreensão é a descrição do que é feito no Google Maps, quando ele recebe informações de condução em tempo real e deve devolvê-las da mesma forma, em tempo real, para que a melhor decisão e o melhor roteiro possa ser escolhido pelo motorista (enquanto os carros não dirigidos não chegam ao mercado).