O estudo foi desenvolvido em torno das energias renováveis durante o ano de 2015 e efetuou um levantamento em diversos países, com o Brasil incluído na relação. Foram medidos investimentos efetuados em energia verde, os dados contabilizados e sua publicação objetiva manter o crescimento de 17% de investimentos obtidos em 2014.

Já havia dois anos que os investimentos em energia verde caiam e traziam desilusão para aqueles que acreditavam na evolução do setor. Mas para todos o ano de 2014 foi um ano de glória e houve, graças a um aumento na demanda por energia solar na Ásia e a construção da nova turbina eólica no Mar do Norte.

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Os países envolvidos no estudo foram, além da Ásia onde o aumento de investimentos chegou a 37%, foram incluídos na pesquisa - Brasil, Índia, África do Sul, Chile, México, Quênia e Turquia.

O montante de investimentos impressiona, mas ainda é considerado insuficiente e se clama na comunidade internacional para que ele seja aumentado. Foram gastos mais de um bilhão de dólares no ano que passou, com a energia verde. A maioria dos investimentos acontece na área de energia eólica e energia solar. Os painéis para captação de energia solar e as hélices captadoras da energia do vento se tornam elemento comum na imagem de alguns países.

Na condução do projeto de pesquisa foram observados problemas de concorrência, algumas vezes desleal. A existência de grids de pequena escala é a mais recomendável por seu baixo custo e geração de energia local, para regiões específicas, onde o aproveitamento é maior.

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As grandes usinas de combustíveis fósseis, além de complexas, são de difícil manutenção. Os Estados Unidos consideram que reparar uma rede atingida por um ataque nuclear, por exemplo, levaria três anos, o que recomenda que sejam evitados ataques nesta área do país.

A uniformidade no custo constante da geração incentiva os investidores e as portas começam a ser abertas aos apelos de investimentos em energias renováveis por algumas empresas de peso no mercado. O campo não apresenta as variações que o preco do petróleo e do gás sofrem o que permite programar de forma mais estável investimento de médio e longo prazo. #Natureza

O custo dos painéis solares está em queda constante e deve manter esta tendência para o ano em curso. O único aspecto considerado desfavorável por alguns investidores mais cautelosos é a queda livre dos preços mundiais do petróleo, o que somente justifica investimentos no curto prazo. Se você ou sua empresa tem algum dinheiro guardado e não sabe no que gastar, já que a corrupção parece estar sendo cortada (sonha um pouco sempre é bom), e assim sobra mais, o campo das energias renováveis é uma boa alternativa.