Um dos assuntos que mais instiga a curiosidade humana é a existência ou não de vida fora da terra. Milhares de relatos de óvnis e especulações sobre o assunto são conhecidas em vários locais do planeta. No Brasil há a famosa história do ET de Varginha, que tornou a pacata cidade mineira em um local conhecido e em ponto turístico para fãs do tema.

Porém, até os dias de hoje não existe nenhuma evidência científica que comprove a existência de vida em outros planetas, muito menos a existência de vida inteligente. Contudo, para a cientista-chefe da NASA, Ellen Stofan, a vida fora da Terra será comprovada ainda na próxima década.

A expectativa da cientista, pelo menos em um primeiro momento, não é encontrar vida inteligente nesse período, mas sim pequenos organismos que sobrevivam em locais com grande presença de água e vastos oceanos. O local favorito para a NASA é em umas das quatro luas de Júpiter, Europa. A grande esperança nesse satélite é a presença de uma imensa quantidade de água coberta por uma camada de gelo, além de possuir condições de temperatura e pressão consideradas adequadas para a presença de vida. 

Esse acúmulo de condições favoráveis faz com que a lua Europa já tenha sido utilizada em filmes que abordam o assunto. A lua também será alvo de missão da NASA com previsão para 2022, quando a NASA pretende enviar um robô para explorar a superfície do satélite, assim como faz hoje no planeta Marte#Natureza #Curiosidades

Segundo Stofan, outros locais prováveis e que serão alvos da atenção de NASA e destinos para futuras missões é a também lua de Jupiter, Ganymede, que é a única lua jupiteriana a possuir um próprio campo magnético e tem um grande oceano de água salgada embaixo de sua superfície, a lua de saturno Enceladus que tem um grande oceano líquidos e bastante ativo, Tritão, lua de Netuno com forte atividade vulcânica e grande possibilidade de ter um oceano e é claro, o planeta vizinho, Marte. 


Marte será alvo de pelo menos mais duas missões da NASA nos próximos 15 anos. A primeira será através de um expedição robótica com previsão de lançamento para o ano 2020 e a outra seria a primeira expedição tripulada no planeta que tem como previsão ser lançada até o ano de 2030. Segundo Stofan, a necessidade de uma missão tripulada ocorre porque a evidência de vida, muitas vezes, pode estar em locais de difícil alcance para um robô.