O trabalho de pesquisa foi realizado pela ENISA - European Union Agency for network and information security na grande rede e em residências inteligentes. O objetivo foi o de criar segurança adicional para usuários residenciais, sem muita experiência no trato com o ciberterrorismo. Na semana que passou, foram divulgados resultados que trazem algumas recomendações e cuidados a serem tomados.

Para proprietários de casas inteligentes, o cibercrime é uma ameaça real. Segundo o relatório recente da ENISA, "A Paisagem de ameaça na área de Casas Inteligentes", identifica o cibercrime como a cara de indivíduos de perigo maior e mais hostil, ameaçando a finanças, bem como dados pessoais.

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A internet das coisas é uma das responsáveis pelo fato. Além da inovação que esta tecnologia traz, elas carregam de contrapeso, ameaças aos usuários.

Ainda segundo o relatório, informações financeiras e pessoais podem virar, de uma hora para outra, assunto público. Se sua rede WI-FI é utilizada para controlar a televisão, ligar e desligar a luz, transmitir imagens de sua casa para o trabalho ou qualquer outro lugar, você é um candidato em potencial a ser espionado e ter seu sistema de segurança quebrado.

O problema é que as companhias de cabos de fibra não estão no negócio da segurança. Assim, elas utilizam o mesmo tipo de encaminhadores para todos os clientes, o que torna toda a base de clientes vulnerável. Assim, se você pretende usar a #Internet das coisas em sua casa, todo o cuidado é pouco, será preciso aumentar seu sistema de segurança.

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Lembre-se que o cibercrime faz o mal sem olhar a quem. Segundo o recente relatório da ENISA: "a um perigo eminente de ameaça nas casas inteligentes que utilizam a internet das coisas e sinais WI-FI". Os seus técnicos alertam que tudo o que se transmite por sinais de rádio é "hackeável", mais um neologismo que logo será de uso corrente.

Os técnicos recomendam então que: "não sacrifiquem a casa pela conveniência. Acrescente as funcionalidades de forma cuidadosa. Faça com que todos os dispositivos sejam testados em sua segurança". Se for possível, coloque sistemas de alarme ligados diretamente com a polícia. O que ainda é motivo para muita preocupação pode logo estar no passado, levando em conta que a Google e outras gigantes voltaram seus olhos para este mercado potencial.