Saiu do papel para o mercado os planos da Google de ter a sua operadora de celular própria, criada a partir de um operador móvel virtual (MVNO - Mobile Virtual Network Operator) que não representa propriamente uma nova rede.

Segundo a Teleco (inteligência em telecomunicações) empresa especializada em telecomunicações, essa tecnologia é um operador de celular que:

· Não possui rede própria nem frequências;

· Utiliza redes de outras operadoras;

· Compra no atacado (minutos, SMD, dados...)

· Paga preço com desconto ou ganha participação na receita da operadora

· Tem foco em segmentos de mercado mal servidos;

· Tem acesso a canais de distribuição não tradicionais;

· Tem menor custo de aquisição;

· Tem baixo custo operacional.

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A utilização extensiva de pontos de distribuição sem fio pode agilizar a experiência. O acesso se dá ao ponto de distribuição sem fio mais próximo de onde está o aparelho. A Google está aceitando pedidos para os testes da fase inicial, com uma série de advertências que devem ser atendidas. Para ser utilizado o ponto de distribuição deve ter um mínimo de qualidade. É criada uma VPN (Virtual Private Network) para sua proteção e segurança.

O projeto irá utilizar equipamentos das redes T-Mobile e Sprint para oferecer a conectividade aos usuários. Segundo informações da Google, mais de 1 milhão de pontos WI-FI foram verificados. Tudo funciona como se cada usuário tivesse uma conexão própria.

Os custos ainda estão estimados em dólares, sendo estimado um gasto mensal em torno de U$ 20 e o pagamento dos dados é on-demand com taxa adicional de U$ 10 por GB utilizado, mas sem questões de bytes desperdiçados, o que o cliente não utiliza é devolvido ao final do mês.

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Para pessoas que trabalham com baixo volume de dados, a melhor condição de uso e o público alvo que a Google pretende atingir. Celulares que irão utilizar esta tecnologia terão acesso a roaming internacional em velocidades reduzidas. A alternância entre operadoras pode ser considerado o maior benefício do projeto, sendo sempre escolhido o caminho mais rápido entre os que estiverem disponíveis em uma determinada localidade.

A única restrição que deve ser superada com a evolução do projeto é que as opções de aparelho celular caem bastante. Atualmente somente o Nexus 6 da Motorola suporta a tecnologia. A utilização inicial do Nexus 6 é que ele é desbloqueado e suporta um grande número de bandas LTE (12 delas de acordo com as especificações). Outra razão é que a Google também tem maior controle sobre o software do Nexus para certificar-se do Projeto Fi funciona corretamente. Veja se onde mora tem cobertura e aproveite para fazer a sua inscrição no site oficial. #Negócios #Inovação #Curiosidades