Controle de gravidade, uma tecnologia que permite resolver grandes problemas modernos.

Ao encontrar uma relação da gravidade com o eletromagnetismo, é o que se encontra na pesquisa do ilustre professor de física, Fran de Aquino, que trabalha no departamento de física da Universidade Estadual do Maranhão. Com vários trabalhos teóricos e com protótipos ganhou alguns prêmios com suas teorias e experimentos sobre controle de gravidade, inclusive com patente, além de vários livros disponibilizados sobre o assunto.

O mesmo verificara que "a energia absorvida por um corpo e sua massa gravitacional tem relação direta". Simplificando, ele conseguira obter uma equação que unificava a gravitação e o electromagnetismo, permitindo o controle da gravidade.

O assunto e a pesquisa são tão avançados que foram mencionados pela "American Antigravity", além dos publicados, disponíveis abertamente na internet, há um mais específico na Universidade de Cornell intitulado The Gravitational Spacecraft, que menciona o controle de gravidade para controlar espaçonaves, fora o potencial energético permitido por isto.

Com esta tecnologia, além de permitir a superação do uso dos foguetes na pesquisa e desenvolvimento aeroespacial e do potencial energético, onde pode-se chegar? #Negócios #Inovação #Curiosidades

Um carro comum com motor de reação à gravidade, ainda que não voasse, poderia ter um motor menor e mais potente. Logo não se perderia todo o parque industrial, se adaptaria a tecnologia para um avanço ainda maior, sem esquecer da queda do custo de produção de kilowatt gerado com esta tecnologia.Isto ajudaria também a solucionar outros problemas como reciclagem de esgoto e dessalinização da água.


Um gerador que se utilize de gravidade, pode ser bem mais compacto que uma hidrelétrica, e pode ser feito de material supercondutor, como o Nióbio, muito comum no Brasil, junto a rotores com algumas usinas de reação de gravidade, poderiam gerar terawatts, ou seja trilhões de joules por segundo sendo convertidos em eletricidade, sem emissão de lixo qualquer, fazendo o custo da eletricidade desabar, permitindo uma otimização melhor para a demanda.


Além do Nióbio, o Brasil produz grande quantidade de hidrocarbono, que no lugar de jogar na atmosfera com queima de combustível, poderia ser utilizado para produzir tanto plástico pesado para construção quanto nanotubos de carbono especializados, que como supercondutores de alta temperatura, permitiria uma nova revolução industrial com sistemas de controle gravitacional.


Para os teóricos e para os estudiosos que pesquisam do assunto, o trabalho do físico brasileiro, lembra o trabalho do engenheiro russo Eugene Podkletnov, ao detectar alteração de peso em materiais supercondutores, em algumas situações.