O pessoal não estava para brincadeira na University College of London. Eles testaram, em 18.420 pessoas, espalhadas por todo mundo, a presença da felicidade, em uma equação matemática. Em teoria, ela mostra que os momentos de felicidade não refletem apenas se a vida está fluindo bem, mas se ela está indo melhor do que o próprio indivíduo imaginava.

Faceiros, eles levaram seu estudo para ser publicado e o local escolhido foi o periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, em momento de bom humor de seus revisores. O resultado procura responder como as pessoas, que se dizem felizes, estão em um determinado momento.

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O resultado se baseia parcialmente no que irá acontecer em um futuro perseguido e que envolve recompensas as mais diversas. Quem não têm planos futuros irá ter que esperar até que eles sejam desenvolvidos.

A partir das expectativas, que envolvem algum negócio importante, até o ganho de pontos em um videogame, o nível de felicidade foi mensurado a partir de parâmetros informados pelos participantes. Tudo se baseava na investigação de quanto felizes eles se encontravam no momento da aplicação do teste. Para prevenir o falseamento das respostas, 26 pessoas que foram inicialmente submetidas, se sujeitaram a serem colocadas sob o controle de um aparelho de ressonância magnética que mensura atividades do cérebro.

A conclusão final foi que a felicidade relatada pelas pessoas estava diretamente relacionada com as recompensas que elas mesmas esperavam, de acordo com a escala de valores de cada um.

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Depois do rigor inicial e comprovação de acertos, o programa foi aplicado com o uso de um pequeno aplicativo (the great brain experiment) que está disponível nas lojas para Androide e iPhone (vá até lá e baixe).

Aproveite e confirme em você mesmo a veracidade de tal instrumento. Apenas não se assuste com a complexidade da fórmula. Ela já está pronta e testada. Não há efeitos colaterais. O máximo que poderá acontecer é descobrir se quem dizia estar feliz estava mentindo. #Educação